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Symphony X em Curitiba - 06 de Maio de 2016


E a terceira e última data a ser divulgada pela produtora foi.... CURITIBA! Isso mesmo! Apesar de alguns boatos que seria em Recife, quem levou a vez foi a capital paranaense.

A Damar Produções, junto com a Top Link Music, orgulhosamente traz o Symphony X para sua mais recente tour "Underworld South American Tour" para Curitiba na casa de eventos Sociedade Abranches no dia 06 de Maio de 2016, primeira data da tour (e a última a ser divulgada sendo que São Paulo - informações aqui - e Rio de Janeiro - infos aqui - tinham sido divulgados uns dias atrás).

Vamos para as informações:

Banner Oficial do Evento em Curitiba
LOCAL: Sociedade Abranches
ENDEREÇO: Rua Mateus Leme, 5.932


HORÁRIO DE ABERTURA DOS PORTÕES: 19:00
BANDAS DE ABERTURA: Armored Dawn e DevilSin

INGRESSOS:
  • Pista Meia/Promocional - 1º Lote: R$ 100,00 
  • Pista Inteira - 1º Lote: R$ 200,00 
  • Pista Premium Meia/Promocional - 1º Lote: 150,00
  • Pista Premium Inteira - 1º Lote: R$ 300,00
  • Camarote Meia/Promocional - 1º Lote: R$ 150,00
  • Camarote Inteira - 1º Lote: R$ 300,00
PONTOS DE VENDA:
Dr. Rock
Endereço: Shopping Metropolitan - Loja 04 - Praça Rui Barbosa, 765 - Centro
Telefone: (41) 3324-0669
Túnel do Rock
Endereço: Rua XV de Novembro, 74 - Centro
Telefone: (41) 3322-4077
Let's Rock
Endereço: Praça Tiradentes , 106 - Loja 03 - Centro
Telefone: (41) 3324-2676
Online: TicketBrasil

Temos o evento no Facebook! É só clicar aqui, para participar!

Symphony X no Rio de Janeiro - 08 de Maio de 2016


E após a data de São Paulo (para conferir informações sobre essa data, clique aqui!), a segunda cidade que foi confirmada foi o Rio de Janeiro.

A Top Link Music em parceria com a Overload estão trazendo a banda após alguns anos desde sua última tour em solo fluminense para a tour "Underworld South American Tour" no dia 08 de Maio, a terceira - e última - data dos Americanos em solo Brasileiro.

O local escolhido foi o Circo Voador que fica no Centro do Rio. E então, vamos lá com as informações:

Banner Oficial do Show do Symphony X no Rio de Janeiro
LOCAL: Circo Voador
ENDEREÇO: Rua dos Arcos, S/nº - Lapa


HORÁRIO DE ABERTURA DOS PORTÕES: 18:30
O SHOW COMEÇA EM: 20:00
BANDA DE ABERTURA: Armored Dawn
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 16 anos


*12 a 15 anos: entrada permitida acompanhado de responsável legal mediante apresentação de documento oficial (e original) com foto.

INGRESSOS:
  • Meia entrada/promocional - Primeiro Lote: R$ 120,00 - ESGOTADO
  • Meia entrada/promocional - Segundo Lote: R$ 130,00 
  • Meia entrada/promocional - No dia do evento: R$ 150,00 

*Válida para menores de 21 anos, estudantes, idosos e professores da rede estadual de ensino ou mediante entrega de 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento

PONTOS DE VENDA:
Bilheteria do Circo Voador 
Sem taxa de conveniência, pagamento apenas em dinheiro.
Horários: Terça-feira a qunta-feira: 12h às 19h | Sexta-feira: 12h às 24h | Sábado: 14h às 24h
Online: Ingresso Rápido (Não se esqueça da taxa de conveniência!)

Tem o evento no Facebook! Para participar, é só clicar aqui!

Symphony X em São Paulo - 07 de Maio de 2016


Para ficar mais organizada as informações, inclusive que forem aparecendo, terão posts específicos com cada cidade que os gigantes do Prog Metal passarão.

Uma das mais importantes cidades e a primeira divulgada pela produtora Top Link Music, foi a cidade de São Paulo que receberá a segunda data da "Underworld South American Tour" (a primeira é Curitiba, infos, clique aqui) na casa de shows Tom Brasil (para quem não sabe, o Tom Brasil era o antigo HSBC Brasil).

Vamos lá então:

Banner Oficial do show de São Paulo por J. Duarte Design | Fonte: J. Duarte Design

LOCAL: Tom Brasil (antigo HSBC Brasil)
ENDEREÇO: Rua Bragança Paulista, 1.281 - Chácara Santo Antônio - São Paulo/SP



HORÁRIO DE ABERTURA: 22 horas
BANDA DE ABERTURA: Armored Dawn

INGRESSOS:
  • Camarote: R$ 300,00
  • Frisas: R$ 250,00
  • Cadeira Alta: R$ 220,00
  • Pista VIP: R$ 250,00
  • Pista 1° Lote: R$ 120,00
PONTOS DE VENDA:
Consulado do Rock (Galeria do Rock)
Endereço: Av. São João, 439 - República - São Paulo - SP
Online
Ingresso Rápido (não se esqueça que online, tem taxa de conveniência)

MAPA DOS ASSENTOS:
Mapa dos Assentos do Tom Brasil
Temos evento no Facebook!!! É só clicar nesse link aqui!!!

Tour Brasileira do Symphony X em maio



FINALMENTE!!!!

Demorou mas chegou. A banda norte-americana capitaneada por Michael Romeo e com o incrível Russell Allen como vocal estará em terras tupiniquins em Maio promovendo o álbum "Underworld". Mas não se preocupe! A primeira data confirmada não será na mesma data que o THE WINERY DOGS (banda do Mike Portnoy) que fará shows a partir do dia 14 no Brasil.

Datas da tour Brasileira do THE WINERY DOGS | Fonte: Metal Militia

A primeira data confirmada pela produtora Top Link foi em São Paulo, para o dia 07 de Maio no Tom Brasil (antigo HSBC Brasil).


Banner do primeiro show do confirmado do SYMPHONY X em São Paulo @Tom Brasil | Fonte: Top Link Music Facebook

INGRESSOS - SÃO PAULO:

Valores e setores:
  • Camarote: R$ 300,00
  • Frisas: R$ 250,00
  • Cadeira Alta: R$ 220,00
  • Pista VIP: R$ 250,00
  • Pista 1° Lote: R$ 120,00
PONTOS DE VENDA:


Pontos Físicos:
Consulado do Rock
Endereço: Galeria do Rock - Loja 234 - Av. São João, 439 - República, São Paulo - SP
Telefone: (11) 3221-8344
Mapa dos assentos do Tom Brasil | Fonte: Tom Brasil



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ATUALIZAÇÃO: nova data!!! 08 de Maio no Rio do Janeiro no Circo Voador (Lapa).


INGRESSOS - RIO DE JANEIRO:

  • Meia entrada/promocional - Primeiro Lote: R$ 120,00
  • Meia entrada/promocional - Segundo Lote: R$ 130,00 
  • Meia entrada/promocional - No dia do evento: R$ 150,00 
*Válida para menores de 21 anos, estudantes, idosos e professores da rede estadual de ensino ou mediante entrega de 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento*

PONTOS DE VENDA:

Online (com taxa de conveniência): www.ingresso.com

Bilheteria do Circo Voador
-Sem taxa de conveniência, pagamento apenas em dinheiro.
- Ter/qui: 12h às 19h
- Sex: 12h às 24h
- Sáb: 14h às 24h

Realização:
www.overload.com.br
Banner da Segunda data confirmada: Rio de Janeiro no Circo Voador | Fonte: Overload Facebook
Fiquem ligados e compareçam confirmando no evento aqui.

ATUALIZAÇÃO 15/03/2016:

E a terceira e última data é..... CURITIBA! O pessoal do Sul já pode poupar sua grana pois a data foi confirmada hoje mesmo pela Top Link.

O local do evento é na Sociedade Abranches: Rua Mateus Leme, 5932 - Abranches | Telefone: 41 3088-4135

INGRESSOS

  • Pista Meia: R$ 100,00 
  • Pista Promo - 1º Lote: R$ 100,00
  • Pista Inteira - 1º Lote: R$ 200,00 
  • Pista Premium Meia - 1º Lote: 150,00
  • Pista Premium Promo - 1º Lote: R$ 150,00
  • Pista Premium Inteira - 1º Lote: R$ 300,00
  • Camarote Meia- 1º Lote: R$ 150,00
  • Camarote Promo- 1º Lote: R$ 150,00
  • Camarote Inteira- 1º Lote: R$ 300,00

Horário de Abertura dos Portões: 19 horas.

PONTOS DE VENDA

Online: Ticket Brasil:

Físicos:
Dr. Rock
Endereço: Shopping Metropolitan - Loja 04 - Praça Rui Barbosa, 765 - Centro, Curitiba - PR
Telefone: (41) 3324-0669

Túnel do Rock
Endereço: Rua XV de Novembro, 74 - Centro, Curitiba - PR,
Telefone: (41) 3322-4077

Let's Rock
Endereço: Praça Tiradentes , 106 - Loja 03 - Centro - Curitiba, PR
Telefone: (41) 3324-2676

Para confirmar presença no evento, clique aqui.

Paralelo de Novidades


Após um grande hiato desta que vos escreve, vamos dar uma atualizada aqui.

Enquanto Russell Allen e seu SYMPHONY X saem em tour pela Europa divulgando seu recente trabalho, "Underworld" lançado ano passado, Mike Orlando participou do Randy Rhoads Remembered e do cruzeiro Axes and Choirs com os meninos da NOTURNALL.

Orlando no evento Randy Rhoads Remembered | Fonte: Facebook Pure Sin Photography

Orlando no evento Randy Rhoads Remembered | Fonte: Facebook Pure Sin Photography
Symphony X em Paris @La Machine du Moulin Rouge | Fonte: Olivier Gestin Facebook

Symphony X em Paris @La Machine du Moulin Rouge | Fonte: Mik Gaffney Facebook
E Mike Orlando também agora será o novo membro do NOTURNALL substituindo o Léo Mancini.

Tour do Symphony X


A tour do norte americana do Symphony X começou mês passado com a banda Overkill e esse mês se encerra.

Fonte: Andy Xiong Photography Facebook


Já foram postados diversos vídeos de diversas qualidades de som e imagem da banda de New Jersey tocando grande parte de seu novo álbum, "Underworld". Segue abaixo a lista de músicas que eles tocaram segundo o site Setlist.fm se baseando na data do dia 05 de Outubro de 2015 na cidade de San Francisco, Califórnia.

Symphony X Setlist The Grand Ballroom at the Regency Center, San Francisco, CA, USA 2015, Underworld

Abaixo, um vídeo de cada música do Setlist:











"Underworld" por Adrenaline Mob Brasil


Após 4 anos de espera, quase uma Copa do Mundo, uma das maiores bandas de Prog Metal do mundo lança seu nono álbum de estúdio, "Underworld". Baseado no volume "Inferno" do livro "A Divina Comédia", de Dante Alighieri e na história de Orfeu, da mitologia grega, eles lançaram um álbum temático mais obscuro de toda a sua carreira.

Nono álbum de estpudio do Symphony X | Fonte: Divulgação

Tudo começa com a introdução "Overture", que realmente nos dá a impressão que estamos submergindo nas estranhas da Terra em direção ao Submundo ou Inferno, como queira chamar. Musicalmente, Michael Pinnella, dá um show nas orquestrações e corais feitos no teclado. Após essa, começa "Nevermore", o primeiro single lançado pela banda. Com riffs pesados, porém tecnicamente perfeitos, Romeo comanda a sinfonia fazendo algo moderno, porém não se esquecendo das raízes neoclássicas. Allen, como sempre não decepciona. Desta vez, diferentemente do que anda fazendo no Adrenaline Mob e no último álbum lançado pela banda, usa e abusa dos vocais limpos alternando graves e notas mais altas. Pela altura do som das guitarras, infelizmente o baixo fica apagado dando a impressão que LePond anda só fazendo o básico feijão com arroz.  Após essa, começa a faixa-titulo "Underworld", com riffs de Pinnella e Romeo botando pra foder. Essa é aquela música para banguear, sim banguear [!!!], num show de Prog Metal. Allen nos surpreende mais uma vez com vocais indo instantaneamente do limpo à quase ao gutural, quase realmente uma saudação de Hades para as almas que acabaram de passar para o outro lado. E, do nada, Ban!, muda novamente para os vocais limpos e agudos!!! O grande destaque dessa música é Romeo e Pinnella, diferentemente nos trabalhos anteriores, mais modernos e abusando dos sintetizadores, como ele fez no seu segundo álbum solo, "Ascencion". 

Symphony X 2015 | Fonte: Divulgação
Após essa porrada, vamos de baladas! Segundo Romeo, ele não sabe se é uma balada ou não, mas pra mim, é e que balada! "Without You" foi o segundo single a ser lançado pela banda. A estrutura dela lembra muito a faixa "Paradise Lost", do álbum de mesmo nome. Romeo nos mostra que não é preciso de muito para fazer uma balada perfeita. Com alterações entre guitarras acústicas e elétricas e um ótimo vocal, já temos a fórmula perfeita, inclusive seria um ótima música para se tocar nas rádios. Após essa, começa "Kiss Of Fire", com riffs de Romeo nos assustando após uma balada. Tipo uma tempestade após a bonança. Rullo se destaca absurdamente nas baterias, mostrando o quão subestimado ele é. Nem precisamos falar de Russell, não? Mais uma vez mostrando sua versatilidade. Pinnella nessa faixa usa bastante de suas orquestrações encaixando perfeitamente nas lacunas e deixando a música mais rica. Para aqueles que pensam que o Symphony X é só Romeo e Allen, definitivamente você mudará de ideia. Após essa, temos "Charon". Uma verdadeira viagem com Caronte em sua barca infernal. Tem tudo que o Symphony X faz: bons riffs, vocais acima da média e músicos mais que competentes. Depois começa a minha faixa favorita que escuto umas 3, 4 vezes por dia. Uma verdadeira jóia do disco. Tudo começa com uma introdução épica feita por Pinnella e Romeo. Ambos são realmente o destaque do álbum, já que Allen nem conta né? Ele é tipo um Midas do Metal: tudo que ele põe a voz, é sucesso na certa. Essa faixa, pra mim, é o destaque do álbum, contando com um pouco mais de sete minutos de duração e, será uma das que estarão no hall dos clássicos da banda. Tudo perfeito, começo melancólico, depois um solo, uma mudança na música tornando-a mais rápida e depois fechando com um lindo riff, claro de Romeo. Depois começa " In My Darkest Hour", com um riff a la "Heretic", do "Iconoclast" dando a impressão que será uma porrada, mas não, ela muda e se torna um pouco mais calma. Rullo espanca as peles de sua bateria nessa música. 

Fonte: Divulgação
Definitivamente, o destaque dessa faixa. Depois vem com "Run With the Devil", com uma introdução a la "The Great Debate" do álbum "Six Degrees Of Inner Turbulence", do Dream Theater. Em minha opinião é faixa que achei uma das mais fracas do álbum, apesar de um refrão bonitinho e grudento. No solo de Romeo, tem uma pegada bem forte de Blues e Rock clássico, que é o destaque da faixa, junto com a cozinha de Rullo e LePond. Aí começa a outra balada. Ah! Como adoro as baladas cantadas por Allen!!! "Swan Song", já pelo nome promete! E não decepciona. Com os pianos e guitarras, a música começa e Russell canta limpo e de alguma maneira, me lembra "The Acollade II" e o refrão melancólico me remete "Lady Of The Snow", respectivamente dos álbuns "The Odyssey" e "Twilight in Olympus" sendo que consegue ser original. Uma das baladas mais lindas pós "Paradise Lost", com Allen cantando com um sentimento que fazia tempo que não ouvia. E tudo se encerra com "Legend", com riffs que me lembraram, outra vez Dream Theater, com LePond se destacando absurdamente no baixo e mostrando o motivo de ser o baixista da banda. Com andamentos bem diferentes foi uma música que me cativou absurdamente, já que o destaque dessa faixa são TODOS os integrantes dando um tapa na cara daqueles que pensaram, assim como essa que vos escreve, que eles lançariam um álbum aquém do "Iconoclast".

Fonte: Divulgação
Não é um álbum  de se gostar na primeira ouvida, ainda se você espera um retorno 100% do neoclássico que os consagrou. Eles exploram o inexplorável e acertaram em cheio. Óbvio que muitos fãs não vão gostar. Mas será que álbuns como "Twlight in Olympus" ou "The Odyssey" não foram renegados no começo? Abra sua mente e seus ouvidos, como eu fiz e se delicie com essa obra de arte.

Resenha do "Underworld" por Amplify


Quando mais se aproxima da data de lançamento, mais pipocam resenhas para nos deixar com os cabelos em pé de ansiedade para ouvir o melhor disco do ano (sim, sou exagerada!!!)! Dessa vez, o site australiano Amplify, deu seu pitaco sobre como será o álbum. Vejamos a sua resenha, traduzida abaixo:



"‘Underworld’ do Symphony X é o nono álbum de estúdio que é tão aguardado para ser lançado. Eu fui sortudo, pois chegou a minhas mãos uma cópia antes de seu lançamento no mês de julho, deste ano.

Eu sempre fui fã do Symphony X. Em minha opinião, eles combinam todos os elementos que fazem um álbum de Heavy Metal ser grande: estruturas musicais, interessantes e complexas, melodias memoráveis, musicalidade de classe mundial e um dos melhores vocalistas como integrante da banda.

Era um grande fã do álbum ‘Iconoclast’, de 2011, porém, se houver qualquer crítica ao álbum, seria que ele é um pouco ‘unidimensional’ para os padrões do Symphony X. Em meus olhos, é um álbum muito digno, mas talvez, para um álbum de metal, um pouco ‘direto’ demais do que você esperaria de uma banda de Prog Metal que é tão aclamada, como o Symphony X. Aí nos levam até o lançamento de ‘Underworld’ e a banda tem falado abertamente sobe o álbum ser um retorno ao tradicional Symphony X. Mesmo com a promessa de ser um retorno à ‘antiga fórmula’, eu fui ouvir ‘Underworld’ com a mente aberta.

O álbum começa com a faixa intitulada simplesmente ‘Overture’. O papel tradicional de uma faixa de abertura é ambientar o ouvinte do que está por vir. Essa faixa, na verdade, nos faz o Symphony X soar como se ela fosse uma banda que faz mistura a música clássica de trilhas sonoras de filmes com o Heavy Metal. Estamos falando do Symphony X, para que você não tenha dúvidas que estamos tratando de outra banda. É uma peça musical dramática e dá um bom tom ao álbum.

Faixa dois, ‘Nevermore’ começa com um típico riff do Symphony X que tem alguma coisa das faixas clássicas (Tipo ‘Sea Of Lies’?). A guitarra de Michael Romeo tocando de uma maneira superior e o solo é tão insano quanto você esperaria de um talento tão raro quanto o dele. Não passa muito tempo da faixa quando sou atingido pela sensação de que Russell Allen não está aderindo exclusivamente com seu estilo de cantar com mais drives, mais ‘rouco’, como ele tem feito nos últimos tempos. Ao invés disso, temos um leque de diferentes tons diversificados que é ótimo de ouvir e ele realmente contribui para a música. Para não ser ofuscado por Romeo e Allen, o resto da banda parece estar em boa forma. A canção é uma maneira fantástica de lançar adequadamente o álbum e é imediatamente identificar que é o Symphony X – grande material.

Em seguida, é a faixa-título, ‘Underworld’. Pense no som mais recente do Symphony X encontrando o antigo Symphony X – pense na combinação perfeita dos melhores riffs de ‘Iconoclast’ e atrevo-me a dizer que, as linhas vocais mais memoráveis do álbum ‘The Divine Wings Of Tragedy’! A introdução é um belo exemplo do trabalho sólido de Michael Pinnella nos teclados – complementando a música muito bem sem ser desnecessariamente chamativo como às vezes, pode ser o caso deste gênero. Novamente, Russell Allen, mostra sua gama diversificada e leva a música a outro patamar. A coisa começa no minuto 02:36 e em particular é invocado a antiga forma clássica do Symphony X – temos os vocais de Allen, as melodias atmosféricas de teclado de Pinnella e Jason Rullo esmurrando o bumbo duplo antes de mudar de ritmo, para o destaque da música no minuto 3:02. As melodias vocais ao longo das seções mencionadas são sublimes. ‘Underworld’ é uma faixa fantástica e, possivelmente, tão bom quanto qualquer coisa do Symphony X já lançada. Uma escolha digna para uma faixa-título.

Without You’ é de um ritmo médio, uma típica balada. Novamente, temos elementos que brilham que nos remetem a músicas anteriores do Symphony X, o que é bom para os fãs de longa data. 'Without You’ é uma ótima música – definitivamente uma faixa radiofônica, mas uma música agradável e bem trabalhada.

Kiss of Fire’ começa com uma introdução sinfônica mais pesada. Se você gostou de ‘Iconoclast’ você realmente gostará da natureza mais pesada da música. Como de costume, o solo deixa você sem fôlego e há algumas passagens instrumentais interessantes que brincam com o tempo sem perder o groove.

Charon’ é outro tipo de faixa que faz lembrar algumas das melhores faixas do álbum ‘The Odyssey’. Temos um riff com pegada que estrutura a música e segue seu caminho através do labirinto de melodias assombrosas, riffs e seções instrumentais. Da mesma forma que você pode imaginar Caronte, o barqueiro de Hades, ia terminar seu caminho através do Rio Estige.

To Hell and Back’ tem um pouco menos de 10 minutos de duração. É uma música muito coesa para uma canção desse tipo de comprimento e tem muitos dos elementos que você esperaria de uma faixa do Symphony X. Mesmo assim, é um pouco diferente do que você poderia esperar da banda. Tem uma variação de elementos prog tradicionais em determinadas partes ao longo dos versos. Os toques de teclado de Pinnella é uma característica bem forte e os trabalhos de baixo de Michael LePond marcam ao longo dos versos. As outras partes dessa música é uma das muitas razões para você apertar o botão ‘repeat’ e que mostra que é uma música definitivamente interessante no contexto da carreira musical do Symphony X.

In My Darkest Hour’ começa com um grande riff. Michael Romeo deve escrever esse tipo de riffs enquanto dorme! Sobre a faixa em si é concisa com um refrão cativante, de solo memorável e de muito bom gosto.

Run With the Devil’ começa com um riff completamente uníssono. Esse tipo de riff soa como algo novo e fresco para o Symphony X. Essa faixa tem um pouco de Funk Music ou algo tipo o Liquid Tension Experiment. Os vocais de Russell Allen ainda têm um pouco da pegada Blues. Definitivamente, outro tipo diferente de música do Symphony X, mas ao mesmo tempo, com muitas características que marcam a banda.

Swan Song’ tem a tradicional vibe do Symphony X. Os teclados são algo que nos lembram de faixas como ‘The Acollade II’ e os vocais são fantásticos. Essa faixa é desafiadora e vai satisfazer os fãs da velha guarda do Symphony X e é definitivamente, uma das faixas mais memoráveis da banda. Exatamente o que você espera das linhas de baixo de uma música do Symphony X.

Atrevo-me a dizer, mas algumas partes da introdução e do resto de ‘Legend’ me lembra um pouco o  álbum ‘When Dream and Day Unite’ do Dream Theater. É o arranjo, o som dos teclados, pitadas a la Rush ou outro Prog Clássico? Não tenho certeza, mas definitivamente, há algo que me faz sentir isso. Em geral, é uma típica faixa do Symphony X. Os vocais de Allen e as guitarras de Michael Romeo são os destaques, como de costume, mas a musicalidade da banda exposta em toda essa faixa. Uma ótima maneira de fechar um álbum fantástico.

Symphony X é uma banda que nos entrega sempre ótimas coisas a cada saída do estúdio. Até por seus padrões elevados, os maestros do metal progressivo norte-americano tem se superado com esse álbum. ‘Underworld’ é uma mistura perfeita de faixas que tanto honram o seu passado quanto celebram o presente. Enquanto a maioria do material é algo bem típico feito pelo Symphony X, há várias faixas que tem um novo sabor inegável sobre eles. Geralmente, quando as bandas tentam fazer coisas novas ou trazer novos elementos para o jogo, já que é grande pedidos dos fãs, mas neste caso os novos sabores trazidos são tão suscetíveis que devem ser recebidos de braços abertos para os fãs do Symphony X.
Resumindo, ‘Underworld’ é um álbum de Prog Metal fantástico.

Nota: 8/10
Destaques: Nevermore’, ‘Underworld’, ‘Charon’ ‘Swan Song’ e ‘Legend’.”

Esse mês será lançado o álbum, hein? Não esqueçam!

Segue a nota em inglês:

"Symphony X – Underworld (Album Review
Written by Chris Reid
Read: 291 time(s)
Underworld is Symphony X’s highly anticipated ninth studio album. I’ve been lucky enough to get my hands on a copy ahead of its release this July.

I’ve always been a big fan of Symphony X. In my opinion they combine all of the elements that make for some great heavy metal – interesting and complex song structures, memorable melodies, world class musicianship and some of the best vocalists around.
I was a big fan of 2011’s Iconoclast, however if there was any criticism of that album, it would be that it was perhaps a little one dimensional by Symphony X’s lofty standards. In my eyes is still a very worthy album, but maybe it’s a bit more of a straight up metal album than you’d expect from a progressive band that is as highly regarded as Symphony X. In the lead up to the release of Underworld, the band have spoken candidly about the album being a return to the more traditional Symphony X sound. Even with the promise of being a ‘return to form’ of sorts, I went in to listening to Underworld with an open mind.
The album kicks off with the track simply titled Overture. The traditional role of an overture is to set the tone and foreshadow some of what is to come. This piece does this in true Symphony X style by blurring the lines of sounding like a movie soundtrack with classical music and heavy metal. We’re talking Symphony X here though, so you wouldn’t have it any other way. It’s a dramatic piece of music and sets the tone of the album nicely.
Track two, Nevermore starts off with a typically Symphony X style riff with has some flavours of the classics (Sea Of Lies anyone?). Michael Romeo’s guitar playing throughout is top shelf and the obligatory solo is as insane as you would expect from such a rare talent. It’s not long into the track when I am hit by the refreshing realisation that Russel Allen isn’t sticking exclusively with his gruff vocal style as he has done so in recent times. Instead we get a range of colours from his diverse palette which is great to hear and it really adds to the song. Not to be overshadowed by Romeo and Allen, the rest of the band appear to be in fine form. The song is a fantastic way to kick start the album proper and is immediately identifiable as Symphony X – great stuff.
Next up is the title track, Underworld. Think newer Symphony X meets the Symphony X of old – think the perfect combination of the best riffs from Iconoclast and dare I say it, the most memorable vocal lines from the Divine Wings of Tragedy album! The intro is a fine example of Michael Pinnella’s solid work on keyboards – complimenting the song nicely without being needlessly flashy as can sometimes be the case in this genre. Russel Allen shows his diverse range again and really takes the piece to the next level. The section that kicks off at 2:36 In particular invokes classic era Symphony X – we have Allen’s soaring vocals set toPinnella‘s atmospheric keys and Jason Rullo’s pummelling double kick drumming before shifting down tempo into perhaps the highlight of the song at 3:02. The vocal melodies throughout the aforementioned sections are sublime. Underworld is a fantastic track and arguably as good as anything Symphony X have ever released. A worthy choice as a title track.
Without You is a mid tempo, ballad of sorts. Yet again we have elements that shine through which are reminiscent of earlier releases, which is likely to appeal to long time fans. Without You is good song – its definitely more of a radio friendly track, but still very much an enjoyable and well crafted song.
Kiss Off Fire starts with a heavier/symphonic style intro. If you enjoyed Iconoclast you’ll really like the heavier nature of this track. As usual the solo section leaves you breathless and there are some really cool instrumental passages which toy with time signatures without forfeiting groove.
Charon is another belter of a track and reminds me of some of the better tracks off the album The Odyssey. We have a groovy riff which anchors the song that weaves and winds its way through the labyrinth of haunting melodies, riffs and instrumental sections. In the same way that you might imagine Charon, the ferryman of Hades, would wind his way across the river Styx.
To Hell And Back comes in just short of 10:00 minutes in length. It is very cohesive song for a song of this sort of length and has many of the elements that you’d expect from a Symphony X track. Even still, it’s a little different to what you might expect from the band. I get a bit of an traditional prog vibe in certain sections of this one. Michael Pinnella’s keyboard work is a feature andMichael Lepond’s bass work comes to the fore throughout the verses. The outro section alone is plenty of reason to press repeat on this track which is definitely an interesting song in the context of Symphony X’s back catalogue.
In My Darkest Hour kicks off with a great riff. Michael Romeo must be able write these sort of riffs in his sleep! Over all the track is a concise number with a catchy chorus, memorable solo and has plenty to like about it.
Run With The Devil kicks off with a full band unison riff. Straight from the get go this sounds new and fresh for Symphony X. This track has got a little bit of funkiness about it, think Liquid Tension Experiment sort of stuff. Russel Allen’s vocals even have a bit of a bluesy swag about them. Definitely another different sort of song from Symphony X, but at the same time has plenty of the hallmarks that you expect to hear from them.
Swan Song has a traditional Symphony X vibe to it from the get go. The keyboards are reminiscent of classic tracks such asAccolade II and the vocals are fantastic. This track will defiantly satisfy fans of old school Symphony X and is definitely one of the more memorable from the album. Exactly what you want from a down tempo Symphony X song.
Dare I say it, but the intro and various sections of Legend give me a bit of a When Dream and Day Unite Dream Theater vibe. Is it the arrangement, the keyboard tone, flavours of Rush and other classic prog? Not sure, but there’s definitely something about it that leads me to this comparison. In general the track is pretty identifiable as Symphony X, but as was the case in To Hell And Back and Run With The Devil there is a freshness to this track and there’s definitely a more straight up prog sound about it compared to what you would expect to hear from Symphony X. Allen’s vocals and Michael Romeo’s guitar work are standouts as usual, but the musicianship of the entire band is on show throughout this great track. A fitting way to close out a fantastic album.
Symphony X is a band that seem to deliver the goods every time they enter the studio. Even by their lofty standards, the American progressive metal maestro’s have outdone themselves with this release. Underworld is a perfect blend of tracks which both honour the best of their past and celebrate the present. Whilst the majority of the material is Symphony X as you would expect to hear them write and play, there is a handful of tracks that have an undeniable new flavour about them. Generally when bands try new things or bring new elements to the table they can be met with stubbornness from fans, but in this case the new flavours are likely to be received with open arms by Symphony X fans.
All in all Underworld is a fantastic progressive metal album – 8/10
Highlights: Nevermore, Underworld, Charon, Swan Song and Legend."

Resenha do "Underworld" por Metal Life


Mais uma resenha para fazer nosso coração sofrer até dia 24 de Julho do site norte-americano Metal Life. Eles estão avaliando o nono álbum do Symphony X, "Underworld". Segue abaixo a resenha traduzida:



"Épico, apaixonante e englobando tudo são apenas algumas das muitas descrições que podem ser descritas quando estamos falando sobre 'Underworld', o novo álbum do Symphony X que será lançado em breve e certamente marcará a história da música. A partir dos movimentos orquestrais incríveis até as vocais com tons complexos de Russell e o trabalho feito por LePond, cada música é rica em detalhes. Inspirado pelo Inferno de Dante [leia mais aqui!!!], 'Underworld' é uma coleção complexa de músicas independentes que são ouvidas sem problemas do início ao fim. Enquanto a maioria das músicas são pesadas e afiadas, algumas músicas mais "suaves" foram inseridas, nas quais são ricas em melodias e brilhantemente obscuras. Com músicas que abortam temas como destino, amor, perda e vingança os fãs vão encontrar relativamente com um monte de coisas pra entender.

A banda declarou que eles se esforçaram em pensar em cada detalhe das músicas, e a excelência que mostra nas mesmas é o resultado desse esforço. A avaliação da produção é simplesmente fantástica. Mostre seu amor por esses monstros do Prog Metal comprando o álbum no dia 24 de julho! Você não irá se arrepender.

Uma observação: Setembro marca a volta do Symphony X para os palcos com a banda conterrânea de New Jersey, Overkill e eu, com grande entusiasmo, recomendo vê-los no palco.


Encomende seu álbum aqui."

Não se esqueçam de segurar seus forninhos até dia 24 de Julho e comprem o álbum, seus bandos de fedidos! HAHAHA

Eita, Giovana, quer ajuda pra segurar o forninho do lançamento do 'Underworld"? | Divulgação


Segue a resenha em inglês abaixo:

Metal Life Album Review: SYMPHONY X – Underworld

Epic, enthralling, and all encompassing are just a few of the many descriptions that could be thrown about when discussing Underworld, Symphony X’s upcoming release that is certain to become another piece of music history. From the incredible orchestral movements and complex rhythms to Russel’s soaring vocals and Lepond’s bass work, each song is rich in detail. Inspired by Dante’s Inferno, Underworld is a complex collection of standalone songs that flow seamlessly from start to finish. While most of the music is heavy and hard edged, a few “softer” songs were grafted in that are rich in melody and darkly brilliant. With songs drawing on concepts of destiny, love, loss, and revenge, fans will find themselves relating to quite a lot of material.

The band has stated that they put a great deal of effort into making certain that the entire album was created with every detail in mind, and the excellence of their handiwork certainly shows. The production value is simply fantastic. Show these monsters of Prog metal some love by buying the album come July 24th! You won’t be disappointed.

As a side note, September marks the return of Symphony X to the stage, with fellow Jersey natives Overkill, and I, with great enthusiasm, recommend seeing these cats live.

http://www.symphonyx.com/


Pre Order album here

Resenha de "Underworld por Metal Temple


Acabou de ser lançada a resenha do novo álbum do Symphony X, "Underworld" pelo site Metal Temple. Leia a tradução abaixo e segurem seus forninhos:



"E depois de quatro anos de espera, desde 'Iconoclast' que foi lançado em 2011, é hora de ouvir o novo álbum dos reis do Melodic Progressive Metal dos Estados Unidos e que todos sabem (e amam) que o quinteto, Symphony X, retorna com mais uma obra de arte, 'Underworld'.
O que 'Big Daddy' pode dizer sobre 'Underworld'?
Podemos dizer que a banda não abandonou seu estilo, está aqui, porém mais pesado do que os dois últimos álbuns, mas um pouco mais clean e introspectivo. E o álbum foi escrito como um todo. O que quero dizer é que todas as faixas constituem uma experiência única que você simplesmente não pode escutar uma ou outra faixa isolada. Jason Rullo está perfeito na bateria, apesar de seu problema cardíaco, com excelente técnica e seu companheiro, Mike LePond no baixo (que está tocando de uma maneira pesada com uma ótima técnica, mais uma vez), formando uma das melhores cozinhas rítmicas do Metal, Michael Pinnella continua um mestre dos teclados, sabendo como encaixar em todos os espaços orquestrações inspiradas. Michael Romeo continua arregaçando como um dos melhores guitarristas do Metal, tocando com técnica, feeling e inspiração em todos os momentos, sempre pesado e, ao mesmo tempo, melódico, sendo o que alguns querem ser, mas nunca alcançarão sua técnica. E Russell 'Don Corleone' Allen sempre sendo um dos melhores vocalistas do mundo (Talvez o melhor dos Estados Unidos), cantando às vezes de uma maneira melódica, outras vezes mais rasgado e agressivo e ponto um pouco de seus trabalhos paralelos com o ADRENALINE MOB e TRANS-SIBERIAN ORCHESTRA, mas nunca danificando a personalidade da banda. E todos esses caras juntos criaram uma experiência verdadeiramente maravilhosa em termos musicais, com ótimas passagens instrumentais e refrãos que grudam. Assim, podemos dizer: sim, o SYMPHONY X está de volta e nos conquistou novamente!

A qualidade do som é perfeita. Sim, novamente Michael Romeo fez um trabalho muito bom, conseguindo colocar um som pesado e abrasivo, mas sem deixar o som distorcido ou sujo (está presente apenas o necessário). E, novamente, o ilustrador Warren Flanagan [Os.: Que fizemos um a entrevista com ele, veja aqui!], criou a arte da capa do álbum.
Talvez alguns problemas graves aconteceram com Romeo que ele resolveu criar um álbum conceitual sobre uma viagem ao Inferno, que é o tema que  permeia as letras, que nos lembra a tragédia de Orfeu [Os.: Leia mais sobre aqui] e sobre o Inferno de Dante [sobre Dante, leia aqui]
E como 'Big Daddy' disse acima, 'Underworld' é tão perfeito quanto você pode imaginar, uma verdadeira viagem 'Metálica' com o SYMPHONY X mantendo sua identidade musical intacta, porém dando um passo à frente.
Todas as dez faixas ('Overture' é uma introdução climatizando o ouvinte ao álbum) são maravilhosas, mas além disso, como eu disse acima, você tem que ouvir o álbum inteiro. Você tem que começar com a climática, técnica e pesada 'Nevermore' (com Mike Romeo tocando ótimos riffs, um solo maravilhoso e Russell usando vários tons de sua voz maravilhosa), a abrasiva 'Underworld' (novamente com Michael Romeo criando um dos grandes momentos com seu machado de 06 cordas e ótimos momentos de Russell, porém Michael Pinnella mostra um ótimo trabalho com os teclados como sempre), a introspectiva e linda balada 'Without You' (grande refrão, ótimas guitarras acústicas e elétricas e Michael LePond e Jason tocando selvagemente, com técnica e peso). Em 'Kiss Of Fire', grandes orquestrações e um belo trabalho no baixo dá o chute inicial para começar uma música pesada e grudenta, e outro ótimo refrão é apresentado. Um ritmo pesado e trabalhado é apresentado em 'Charon', outra canção excelente, com vocais sendo usados e abusados de ótimos tons e um toque final perfeitamente executado por baixo e teclados. A longa e elegante faixa 'To Hell and Back', vem, cheia de grandes mudanças de tempo, toneladas de técnicas muito boas e pesadas, um refrão perfeito e grudento, com Michael Romeo e LePond fazendo que a música seja simplesmente esplêndida. O peso está de volta em 'In My Darkest Hour' com tempos compassados e um ótimo trabalho nos teclados e nos vocais. Com um pouco de influências de jazz e rock progressivo nas guitarras e nos teclados, 'Run With the Devil' tem uma visão mais técnica do som praticado por eles. Uma das melhores e emocionais interpretações de Russell é apresentada na maravilhosa 'Swan Song', uma canção repleta de grandes momentos e climatizações clean (onde os teclados criam orquestrações perfeitas) e alguns detalhes musicais executadas perfeitamente no baixo. E 'Legend', que é uma canção com um estilo do SYMPHONY X mais tradicional, mas com algumas orquestrações elegantes e grandes momentos criados pelas guitarras e pelo baixo, mais uma vez (com algumas influências de coisas dos anos 80 nos riffs). Como você pode ler, 'Big Daddy' falou sobre todas as músicas, porque é uma pena abandoná-los assim, sem comentários. Novamente: o álbum é simplesmente perfeito. Isso é tudo. E é verdadeiramente, um vício!
SYMPHONY X fez um dos melhores álbuns do ano, o álbum que 'Big Daddy' aqui realmente recomenda que você compre. Compre em formato digital ou físico, porque downloads ilegais são para parasitas, não “Metaleiros” [Os.: SABE DE NADA, INOCENTE!!!]

Parabéns, rapazes, bem –vindos de volta!

Nota 10: Obra-prima| Fonte: Metal Temple


Faixas:
  1. Overture
  2. Nevermore
  3. Underworld
  4. Without You
  5. Kiss of Fire
  6. Charon
  7. Hell and Back
  8. In My Darkest Hour
  9. Run with the Devil
  10. Swansong
  11. Legend
Formação:
Russell Allen - Vocal
Michael Romeo - Guitarra
Michael Lepond - Baixo
Michael Pinnella - Teclado
Jason Rullo - Bateria



Contatos: Site | Facebook | Twitter"

Não se esqueça, o lançamento será dia 24 de julho!!!!  Segue abaixo a original (em inglês):

Symphony X
Underworld
by Marcos “Big Daddy” Garcia at 24 June 2015, 2:25 PM
And after four years of waiting, since 2011’s “Iconoclast”, it’s time to hear a new album from the Melodic Progressive Metal kings from United States that we all know (and love), the quintet SYMPHONY X, that returns with another perfect masterpiece, “Underworld”.
What can “Big Daddy” here can say about “Underworld”?
We can say that the band didn’t turned away from their style, it’s here, but as heavy as the last two albums, but with a more clean insight of their own music. And the album was done and composed as a whole. What I mean: all tracks forms a whole experience, you can’t just take one or another track. Jason Rullo on drums is perfect, even after his problem with his heart, with excellent technique, and along with his partner Mike Lepond on bass (who is playing heavy with a very good technique once more), forming one of the best rhythmic kitchen of Metal. Michael Pinnella is still a master on his keyboards, knowing how to fill all the spaces with inspired orchestrations. Michael Romeo still rules as one of the best guitarists of Metal, playing with technique, feeling and inspiration in all moments, always heavy and melodic, being what some want to be, but never reach. And Russell “The Godfather” Allen still rules as one of the best vocalists of the world (maybe the best on USA), using sometimes melodic voices sometimes and some harsh and aggressive tunes on other ones, and putting a bit from his parallel works with ADRENALINE MOB and TRANS-SIBERIAN ORCHESTRA, but without damaging the band’s personality. And all these guys getting along create a true wonderful experience in musical terms, with very good instrumental passages and catching choruses. So we can say: yes, SYMPHONY X is back to conquest once more!
The sound quality is perfect. Yes, again Michael Romeo did a fine work, getting a heavy and abrasive sound, but without leaving the sound fuzzy or too dirty (only the needed is present). And again, the illustrator Warren Flanagan created a fine cover for the album.
Maybe some problems on the way were so strong that Michael Romeo created a whole conception of a trip to Hell and to coming back that permeates the lyrics, something that reminds us of Orpheus tragedy, and Dante Alighieri’s “Inferno”.
And as “Big Daddy” said above, “Underworld” is as perfect as you can think, a true voyage in form of Metal music, withSYMPHONY X keeping their musical identity untouched, but giving a step ahead.
All the ten songs (“Overture” is a climatic introduction for the album) are wonderful, but besides I told above for you to hear the entire album, you could start with the climatic, technical and heavy “Nevermore” (with Mike Romeo playing very good riffs, a wonderful solo, and with Russell using multiple tunes of his wonderful voice), the abrasive “Underworld” (again withMichael Romeo creating great moments with his 6 strings axe and great moments of Russell, but Michael Pinnella is showing a very good work on his keyboards as well), the introspective and beautiful ballad “Without You” (great chorus, fine clean and distorted guitars, and Michael Lepond and Jason are playing savagely, with technique and weight). On “Kiss of Fire”, great orchestrations and a fine work on bass guitar give the initial spark for a heavy and catching song, and another great chorus is presented. A heavy and worked tempo is presented on “Charon”, another excellent song, with vocals using and abusing of very good tunes and with that final touch perfectly done by bass guitar and keyboards. The long and elegant “Hell and Back” comes, full of great tempo changes, tons of very heavy and good technical moments, and a perfect and hooking chorus, with both Michael Romeo and Michael Lepond being simply splendid on this song. The massive weight is back on “In My Darkest Hour”, with mid paced tempos and a great work from keyboards and vocals. With some Jazz and Progressive Rock influences on guitars and keyboards, “Run with the Devil” has a more technical (but catching) insight. One of the best and emotional interpretations of Russell is presented on the wonderful “Swan Song”, a song filled with great and climatic clean moments (where keyboards creates perfect orchestrations) some musical details done perfectly on bass guitar. And “Legend” is a song with a more SYMPHONY X traditional style, but with some fine orchestrations and great moments created by the guitars and bass once more (and with some 80s feeling due the riffs). As you can see, “Big Daddy” spoke about all songs, because it’s a pity to left one of them with no comments. Again: this album is simply perfect, that’s all. And it’s truly addiction!
SYMPHONY X did one of the best albums of the year, that album that “Big Daddy” here truly recommends for you to buy.
Buy it on digital or physical format, because illegal downloads are for parasites, not Metallians.
Congratulations, guys, and welcome back!













Resenha do "Underworld" por Metal Wani


Nova resenha feita pelo site Metal Wani que foi postada hoje na página oficial de Russell Allen no Facebook. Leiam, que vale a pena!

"Se New Jersey não é terra de nada em especial, é o lar dos perdedores que se esforçam para derrotar as probabilidades e, conseguem! Neste caso, o Symphony X tem conseguido. Os mestres do prog metal de New Jersey vão lançar seu nono álbum de estúdio, "Underworld", no dia 24 de julho, via Nuclear Blast Records, e é uma excelente obra prima que vai ganhar os aplausos merecidos.
Apelidado de 'versão com temas de fantasia do Dream Theater [nota da Samii: complementando - com um vocalista zilhões de vezes mais bonito, cheiroso, gostoso e talentoso. Tá, parei.]', é uma comparação agradável para qualquer padrão, "Underworld" te cativa desde o início. Após uma introdução assustadora, com vocais operísticos, nós vamos de encontro com a  faixa de abertura e primeiro single, "Nevermore". Essa potência criadora de grandes acordes de guitarras capitaneada pelo chefe Michael Romeo vai de encontro com os vocais épicos de Russell Allen. "Nevermore" chocará ainda os fãs xiitas do Symphony X, que julgarão como Power Metal em contradição ao neo-clássico que eles estão acostumados. Para ser honesto, há mais do que um simples power metal nesse novo material, com letras fortes e um som mais trabalhado. A riqueza é evidente em todo o álbum. A faixa-título, "Underworld" é baseada em sintetizadores oscilando com um coletivo de riffs, fraseados e trechos vocais operísticos até que Romeo e o tecladista Michael Pinnella nos trazem para o final com uma explosão de com solos de guitarra e teclados.
"Without You", fica isolada do álbum como um tipo de balada contemporânea. Como o compositor Romeo, não está totalmente certo na ideia de que a faixa é uma balada, ele merece os créditos, de que fez uma ótima canção do gênero! Com a transição de guitarras acústicas e elétricas entre os versos, um refrão e uma ótima ponte, "Without You", seria uma faixa de destaque nesse álbum. Uma zebra, se você quiser chamar assim.

Symphony X 2015 | Fonte: Divulgação
Porém, estamos logo em um território familiar como "uma poderosa caminhada à cavalo" [???] através de "Kiss Of Fire". Com os riffs de guitarra no ponto, Michael LePond prova que o baixo é muito mais que notas base, com riffs próprios exclusivos no misturados com a música. O mesmo ocorre com "Charon", riffs de guitarra maravilhosos do início ao fim com uma toques de chimbau acústico e abertos subjacentes que nos levam para uma outra dimensão. Em "To Hell and Back", parece que estaremos indo para mais uma espécie de balada, como a intro sugere. Mas com o decorrer da música, esta muda drasticamente em um conjunto quase repetitivo de versos. Incomum, considerando a banda, e talvez não tão bem sucedido quanto poderia ter sido. Mas tudo é rapidamente perdoado quando Allen, eventualmente termina de cantar o refrão, também com Romeo deixando sua marca nessa faixa. A união da banda está em seu ápice em "Run With the Devil", com o baterista Jason Rullo impulsionando a música através dos versos e um refrão esmagador que faria inveja ao Iron Maiden.
"Underworld" termina com duas partes. A base de piano em "Swansong" vagueia para contar uma história e consegue tocar no mais íntimo quando Allen  canta "for you I would do most anything, but now you're gone and my swansong goes on". Muito bem encaixada, essa música vem um pouco antes da faixa de encerramento "Legend", onde o álbum completa seu ciclo, impactando tão fortemente quanto seu início e mostrando solos de seus integrantes, como se fosse o último adeus.

Em "Underworld", o SX sofre uma mudança de direção, para ser  claro para os fãs. Mas isso parece que vem mais de uma sensação de crescimento do que qualquer rejeição das raízes da banda. Com material que vão desde fantasias épicas para furiosas potências e baladas poderosas, há muito o que oferecer aqui. Em uma época em que os ouvintes sofrem cada vez mais de escassez de atenção, é encorajador ver o Symphony X se recusa a emburrecer seu material ao entregar um material assume riscos criativos. Com "Underworld" terão muitos desses riscos. "The legend never dies" e seu legado continua a crescer. E o Symphony X pode crescer muito se continuar a fazer álbuns como "Underworld".
Nota: 9/10 

- Por: Carl O'Rourke -"

É um bom começo para os fãs, não? Agora, o jeito é esperar até dia 24 de julho pra conferir se é essa Caca-Cola toda.

Segue a resenha em original (inglês): 

REVIEW: SYMPHONY X - "Underworld"
If New Jersey is home to anything, it is home to the underdog who strives to defeat the odds and, once in a while, prevails. In this case Symphony X has prevailed. The New Jersey progressive metal masters are set to release their ninth studio album, ‘Underworld’ on July 24th via Nuclear Blast Records, and it is an outstanding piece of work that will earn the X some well-earned plaudits.
Dubbed the ‘fantasy-based version of Dream Theater,’ an admirable comparison by any standard, ‘Underworld’ grabs you from the outset. Following an intro laced with chilling, operatic vocals, we are met with the opening track and first single, “Nevermore”. This powerhouse of big guitars by chief songwriter Michael Romeo is countered by the epically delivered vocals of Russell Allen. “Nevermore” has already come as somewhat of a shock to SX die-hards, being seen as power metal as opposed to the neo-classical material they’re used to. But there is far more going on in this opener than straight-up power metal as new, strong songwriting choices take hold.This richness is evident throughout ‘Underworld.’ The synth-based title track “Underworld” sways through a collective of riffs, vocal phrasing and operatic movements until Romeo and keyboard player Michael Pinnella bring us to the final, blast beat chorus with dual solos.
“Without You” stands alone on the album as a contemporary ballad of sorts. Though writer Romeo is not entirely settled on the idea of the track as a ballad, he should take the credit, for he has written a pretty good one! From the acoustic and electric interplay between verses, to the chorus with its big hook line, “Without You” could be seen as the stand-out track on this album. The underdog, if you will.
Soon though, we’re back in familiar territory as “with a mighty stride the horsemen ride” through “Kiss of Fire.” With guitars riffs on point, Michael Lepond proves that bass is far more than root notes, with his own unique riffing thrown into the mix. Similarly with “Charon”, the guitar riffing is at its best from start to finish, with a hint of underlying acoustic and open hi-hats bringing another dimension to the track. In “To Hell and Back” we appear to be met with another ballad of sorts, or so the intro suggests. As we go further into the song however, the direction changes dramatically into an almost repetitive set of verses. Unusual, considering the band, and maybe not as successful as it might have been. But all is quickly forgiven as Allen eventually delivers the chorus, with Romeo also leaving his mark on the track. The band’s unity is at its strongest in “Run with Devil”, as drummer Jason Rullo drives the track through smashing verses and an epic chorus that would make Maiden envious.
‘Underworld’ closes with a two-parter. The piano-based “Swansong” strays away from storytelling and instead touches on a more personal level as Allen sings “for you I would do most anything, but now you’re gone and my swansong goes on.” This well placed, moving piece comes just before the closing track “Legend”, where the album comes full circle, packing a punch as strong as at the start and signing off with solos from individual members as if each one was saying their last goodbye.
In ‘Underworld’, a change in direction will undoubtedly be clear to SX fans. But this seems to come more from a sense of growth than from any rejection of the band’s original integrity. With material ranging from fantasy epics to raging powerhouses and powerful ballads, there’s a lot on offer here. In an age where music listeners suffer from ever-diminishing attention spans, it is encouraging to see Symphony X refuse to dumb down while delivering an album that takes creative risks. With ‘Underworld’, those risks pay off. “The legend never dies” and the legacy continues to grow. And greatly may it grow if Symphony X continue to create albums like ‘Underworld.’

Rating: 9/10

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Reviewed By,
Carl O'Rourke

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