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Acústico do Adrenaline Mob é Divulgado


Em setembro, o ADRENALINE MOB foi em uma rádio de New Jersey e gravou um interessante acústico.

Mike Orlando e Russell Allen | Fonte: WNNJ Page


A rádio divulgou agora o áudio desse evento, clicando no link abaixo.

Feliz aniversário Russell !!!


Hoje é o aniversário do mais carismático e o verdadeiro pirata do Prog Metal. (Sim, temos outro pirata no Metal Progressivo, para conhecê-lo - ok, você deve conhecê-lo -, clique aqui!).



Segundo o Wikipedia: "Nascido no dia 19 de Julho de 1971 em Long Beach, Califórnia, Russell Allen começou a cantar muito cedo, fazendo sua primeira apresentação aos 5 anos de idade.
Costumava cantar músicas country com seus avós em apresentações na região sul da Califórnia. Teve como influência, entre outros, de Willie Nelson e Johnny Cash, por sua aparência "fora-da-lei" e pela honestidade nas músicas.
Participou de shows de talentos na escola e começou a se interessar por instrumentos como clarinete e bateria, porém rapidamente desistiu desses pelo piano. "Tive aulas de piano por um ano e então eu descobri Van Halen e eu simplesmente TINHA que tocar guitarra." diz Allen.
Apesar de tudo, Russell nunca parou de cantar, mas se manteve tocando guitarra por 7 anos.
Começou a gostar de bandas como Iron Maiden, Dio, Led Zeppelin e Black Sabbath. Tendo como porta de entrada para o mundo do rock progressivo a banda Rush, que o levou a ouvir Yes e finalmente Pink Floyd. Então começou sua fase anos 60 e a gostar de the Doors, Hendrix, Beatles e Deep Purple. Também gostava muito de músicas folk como CSN, Simon & Garfunkel e James Taylor (bandas que cantava nos grupos vocais da escola).
Conforme foi desenvolvendo seu estilo de cantar, uniu velhas e novas influências. Gostava de Badlands, Alice in Chains e Soundgarden no começo dos anos 90 e a partir daí parou de buscar influências e começou a desenvolver seu próprio estilo e evoluir pro vocalista que é atualmente.
E não poderia ser em melhor tempo, pois a cena rock havia desaparecido.
"Quando o Symphony X surgiu, eu descobri que o Rock e o Metal ainda estavam firmes e fortes no Japão e na Europa. Então eu soube que existia um lugar pra mim no mundo. Sorte minha, porque se o Symphony X não tivesse me achado, eu não sei se teria conseguido sobreviver no mundo de "rap aveludado com canto nasal" do rock alternativo. Apesar de gostar de algumas bandas como Tool, Audioslave e Godsmack, por terem raízes similares às minhas".-diz Russell.
Entrou no Symphony X em 1995 por intermédio de Rod e Tom (Rod Tyler e Thomas Miller, antigos Vocalista e Baixista, respectivamente) que falaram dele para Michael Romeo. Rod queria sair por não estar dando certo com a banda e achou que Allen seria uma substituição "decente" para ele. Então, após ser visto cantando num show beneficente para Ray Gillen em Nova Iorque, Russell foi convidado por Thomas para entrar na banda. Apesar de achar o som estranho a princípio, foi atraído pela banda pelo enorme talento e potencial dos músicos. Sabia que teria que voltar a estudar música para estar na banda, mas rapidamente estava se divertindo cantando em arranjos corais que não fazia desde a época de escola.
"Eu nunca pensei que usaria esse tipo de coisa em Metal, mas essa banda não tinha limites. Eu rapidamente descobri que poderia usar muito do meu talento vocal na maior variedade possível."
Desde então já gravou 7 CDs com a banda, um CD solo e participou de gravações com Jørn Lande e Arjen Lucassen."

Que o Russell tenha muitos anos de vida, muito sucesso e volte logo para terras tupiniquins!

Russell Allen: tour de Workshops pela Itália


Como já foi publicado, Russell Allen fará uma série de workshops pela Itália promovendo o projeto MAGNI ANIMI VIRI, que ajuda crianças com autismo (Informações aqui).



Agora, as datas oficiais e os locais já foram divulgados e são os seguintes:


  • 16 de Junho: Giuseppe Manco Open Theatre - Talsano
  • 17 de Junho: JailBreak - Roma
  • 18 de Junho: Il Fondi di Baia - Bacoli
  • 21 de Junho: Visual Music Experience - Gênova
  • 22 de Junho: Dagda Live Club - Borgo Priolo
  • 23 de Junho: Florentia World Pub - San Benedito del Tronto
  • 24 de Junho: La Fabrica degli Artisti - Cerea
  • 25 de Junho: Fabrik - Cagliari
Se, por acaso, você estiver na Itália ou passeando pela Europa, vale a pena conferir esse lindo trabalho e ajudar uma Instituição que cuida de crianças carentes.

Segue as músicas do MAV no Spotify nesse link aqui


Russell Allen na Itália


Foi anunciado que, a partir do dia 12 a 26 de Maio, Russell Allen fará uma série de eventos na Itália para promover um projeto que ele participou, chamado Magni Animi Viri.



Para aqueles que não sabem, esse projeto também conta com a cantora Amanda Somerville (AVANTASIA, TRILLIUM) e John Macaluso (ex-ARK). A venda do álbum será revertida para a instituição de caridade italiana chamada Heroes Temporis, que cuida de crianças que sofrem com o autismo.

Já falamos um pouco desse projeto nesse link aqui. Não se esqueçam! Ajudem o projeto comprando o álbum por esse link aqui


Para aqueles que não sabem, a filha de Russell Allen, Ava, tem autismo, tanto que a música "All On the Line" do Adrenaline Mob foi feita em sua homenagem.

Logo, mais informações sobre como serão esses eventos na Itália.

Segue, o link promocional de "Never Again" do projeto Magni Animi Viri, e "All On the Line" acústica.



Tour Brasileira do Symphony X em maio



FINALMENTE!!!!

Demorou mas chegou. A banda norte-americana capitaneada por Michael Romeo e com o incrível Russell Allen como vocal estará em terras tupiniquins em Maio promovendo o álbum "Underworld". Mas não se preocupe! A primeira data confirmada não será na mesma data que o THE WINERY DOGS (banda do Mike Portnoy) que fará shows a partir do dia 14 no Brasil.

Datas da tour Brasileira do THE WINERY DOGS | Fonte: Metal Militia

A primeira data confirmada pela produtora Top Link foi em São Paulo, para o dia 07 de Maio no Tom Brasil (antigo HSBC Brasil).


Banner do primeiro show do confirmado do SYMPHONY X em São Paulo @Tom Brasil | Fonte: Top Link Music Facebook

INGRESSOS - SÃO PAULO:

Valores e setores:
  • Camarote: R$ 300,00
  • Frisas: R$ 250,00
  • Cadeira Alta: R$ 220,00
  • Pista VIP: R$ 250,00
  • Pista 1° Lote: R$ 120,00
PONTOS DE VENDA:


Pontos Físicos:
Consulado do Rock
Endereço: Galeria do Rock - Loja 234 - Av. São João, 439 - República, São Paulo - SP
Telefone: (11) 3221-8344
Mapa dos assentos do Tom Brasil | Fonte: Tom Brasil



Curta nossa page e compartilhe o evento com seus amigos!!!

ATUALIZAÇÃO: nova data!!! 08 de Maio no Rio do Janeiro no Circo Voador (Lapa).


INGRESSOS - RIO DE JANEIRO:

  • Meia entrada/promocional - Primeiro Lote: R$ 120,00
  • Meia entrada/promocional - Segundo Lote: R$ 130,00 
  • Meia entrada/promocional - No dia do evento: R$ 150,00 
*Válida para menores de 21 anos, estudantes, idosos e professores da rede estadual de ensino ou mediante entrega de 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento*

PONTOS DE VENDA:

Online (com taxa de conveniência): www.ingresso.com

Bilheteria do Circo Voador
-Sem taxa de conveniência, pagamento apenas em dinheiro.
- Ter/qui: 12h às 19h
- Sex: 12h às 24h
- Sáb: 14h às 24h

Realização:
www.overload.com.br
Banner da Segunda data confirmada: Rio de Janeiro no Circo Voador | Fonte: Overload Facebook
Fiquem ligados e compareçam confirmando no evento aqui.

ATUALIZAÇÃO 15/03/2016:

E a terceira e última data é..... CURITIBA! O pessoal do Sul já pode poupar sua grana pois a data foi confirmada hoje mesmo pela Top Link.

O local do evento é na Sociedade Abranches: Rua Mateus Leme, 5932 - Abranches | Telefone: 41 3088-4135

INGRESSOS

  • Pista Meia: R$ 100,00 
  • Pista Promo - 1º Lote: R$ 100,00
  • Pista Inteira - 1º Lote: R$ 200,00 
  • Pista Premium Meia - 1º Lote: 150,00
  • Pista Premium Promo - 1º Lote: R$ 150,00
  • Pista Premium Inteira - 1º Lote: R$ 300,00
  • Camarote Meia- 1º Lote: R$ 150,00
  • Camarote Promo- 1º Lote: R$ 150,00
  • Camarote Inteira- 1º Lote: R$ 300,00

Horário de Abertura dos Portões: 19 horas.

PONTOS DE VENDA

Online: Ticket Brasil:

Físicos:
Dr. Rock
Endereço: Shopping Metropolitan - Loja 04 - Praça Rui Barbosa, 765 - Centro, Curitiba - PR
Telefone: (41) 3324-0669

Túnel do Rock
Endereço: Rua XV de Novembro, 74 - Centro, Curitiba - PR,
Telefone: (41) 3322-4077

Let's Rock
Endereço: Praça Tiradentes , 106 - Loja 03 - Centro - Curitiba, PR
Telefone: (41) 3324-2676

Para confirmar presença no evento, clique aqui.

Paralelo de Novidades


Após um grande hiato desta que vos escreve, vamos dar uma atualizada aqui.

Enquanto Russell Allen e seu SYMPHONY X saem em tour pela Europa divulgando seu recente trabalho, "Underworld" lançado ano passado, Mike Orlando participou do Randy Rhoads Remembered e do cruzeiro Axes and Choirs com os meninos da NOTURNALL.

Orlando no evento Randy Rhoads Remembered | Fonte: Facebook Pure Sin Photography

Orlando no evento Randy Rhoads Remembered | Fonte: Facebook Pure Sin Photography
Symphony X em Paris @La Machine du Moulin Rouge | Fonte: Olivier Gestin Facebook

Symphony X em Paris @La Machine du Moulin Rouge | Fonte: Mik Gaffney Facebook
E Mike Orlando também agora será o novo membro do NOTURNALL substituindo o Léo Mancini.

Novo projeto de Russell Allen e Amanda Somerville


Esse mês está sendo lançado o novo projeto protagonizado pelos cantores Russell Allen e Amanda Somerville (TRILLIUM, AVANTASIA). 

Banner do Projeto | Fonte: JamTV.it


Ele se chama Magni Animate Viri é um projeto beneficente. Ele já foi feito dez anos atrás apenas por cantores italianos e agora a versão inglesa chamada "Heroes Temporis World Edition" conta com ambos os vocalistas e o narrador Clive Riche. Além de ser um ótimo trabalho para se escutar, é um  projeto beneficente. Cada venda do CD físico e da edição digital, o valor será arrecadado para uma instituição que cuida de crianças que sofrem com autismo. Para aqueles que não sabem, a filha mais velha de Russell, Ava, sofre de autismo, tanto que ele escreveu a canção "All On the Line" do primeiro álbum do ADRENALINE MOB, Omertà dedicando à ela.

O tema abordado em Magni Animate Viri é o percurso de conhecimento e purificação do protagonista, uma jornada de consciência da realidade como ilusão. Musicalmente falando, é uma ótima mistura dos elementos clássicos como corais e outros instrumentos com o peso e o poder do Heavy Metal com toques de Progressivo e melodias suntuosas.

Você pode comprar o álbum tanto em versão física quanto digital por diversos sites como o CD Baby, dentre outros.


Mais informações, acesse o site do projeto: Magni Animate Viri e o site da instituição que será contemplada, Heroes Temporis.

Veja abaixo o line-up desse projeto:

Russell Allen: Vocal
Amanda Somerville: Vocal
Clive Riche: Narrador
Giancarlo Trotta & Luca Contegiacomo: Piano, teclados, programas moog fx.
Marco Thumb: Guitarras.
Simone Gianlorenzi: Guitarra acústica.
Randy Coven, Roberto D'Aquino: Baixo, Stick.
John Macaluso: Bateria.
Orquestra Sinfônica Búlgara 309 conduzida por James M. Simonelli.
Desenho e composição do literário: Peter Ruggiero.

Segue abaixo a primeira faixa do álbum "Heroes Temporis World Edition": 



Joel Hoekstra's 13: Dying To Live - Resenha por Adrenaline Mob Brasil


Joel Hoekstra é o atual guitarrista do WHITESNAKE que substituiu Doug Aldrich, porém ele não é nenhum novato. Já tocava  na banda de Hard Rock NIGHT RANGER desde 2008 e, acaba de lançar seu novo álbum solo chamado JOEL HOEKSTRA'S 13: DYING TO LIVE. Além de tocar nessas duas bandas, ele é um dos músicos do super projeto TRANS-SIBERIAN ORCHESTRA feito pelos guitarristas do SAVATAGE, Paul O'Neil e Al Pitrelli e, através desse projeto, ele juntou somente os figurões de lá junto com outros artistas para participar de seu álbum solo. Dentre eles temos Russell Allen e Jeff Scott Soto ambos do TRANS-SIBERIAN ORCHESTRA e Derek Sherinian, ex-tecladista do DREAM THEATER, Vinny Appice - ex-baterista do BLACK SABBATH dentre outros.



Apesar de ser um álbum de um guitarrista, não é um álbum instrumental, porém não deixa de ser bom. Não sei se ele não se sentiria à vontade para tocar um álbum todo somente ele na guitarra ou simplesmente não quis. A capa lembra bastante algo dos Illuminattis o que nos desperta a curiosidade de saber como será o álbum. Sabemos, por sua trajetória que será um Hard Rock, mas afinal como será? Temos diversos músicos de diversos estilos indo do Progressivo ao Clássico. Vamos falar um pouco faixa por faixa:
  • "Say Goodbye To Sun" começa com riffs pesados, dignos de uma banda de Power Metal, porém ela já denuncia o vocal com os "wowowow" típicos de Russell Allen. Falando nisso, não precisa nem informar que ele dá um show de interpretação nessa música, não é? Mesclando várias vezes os drives com os vocais limpos deixando qualquer aluno que estuda as técnicas vocais de boa aberta e fazendo isso de uma maneira simples, como se qualquer um pudesse fazer isso. Os outros instrumentos simplesmente acompanham os vocais/guitarras, porém os backing vocals feitos por Jeff Scott Soto, dão mais um toque especial à música. O refrão é super grudento, típico das bandas de Hard Rock, porém não é aquele Hard farofão, mas sim aquele peso que bandas como TWISTED SISTER e MÖTLEY CRÜE colocaram em suas músicas.
  • "Anymore" ainda conta com os vocais de Russell Allen e os teclados que se você escutar aqui, te remeterá ao álbum "Falling Into Infinity" do DREAM THEATER. Nem precisa explicar o porquê, não é mesmo? É incrível que, mesmo sendo subestimado, Derek Sherinian tem uma marca própria quando toca seu instrumento. A música ainda é aquele Hard Rock típico oitentista, porém, um pouco diferentemente da primeira, não possui tanto peso e é mais voltado àqueles duetos do vocalista com o backing vocal, no caso Jeff Scott Soto, "duelando" com Russell. Uma das melhores é a ponte que liga o refrão com o solo, por sinal, simples porém interessante feito por Joel. Bem típico do WHITESNAKE, porém feito pela poderosa e simplesmente encantadora voz de Allen e depois o refrão é repetido diversas vezes até o final da música, típico do Hard Rock.
  • "Until I Left You" é a primeira música desse álbum cantada inteiramente por Jeff Scott Soto. E que voz ele tem, hein? Uma voz poderosa, única e simplesmente que se encaixa com qualquer coisa que ele faça. Quase uma baladinha, com violões de fundo e uma guitarrinha base fazendo acompanhamento, já é o suficiente para que ela seja uma música excelente. E os refrões grudentos continuam! Esse álbum do Joel Hoekstra é uma metralhadora de músicas que ficam o dia todo na sua cabeça! Porém, Jeff rouba a cena e pede que ele continue cantando mais músicas desse álbum.
  • "Long For the Days" a intro dessa música, você poderia encaixá-la em qualquer álbum do WHITESNAKE, e você começa esperando David Coverdale cantando. Mas não! A surpresa é maior: Russell Allen mostra que sabe cantar Prog, Metal e um ótimo Hard Rock e faz um belo dueto com Jeff Scott Soto durante o refrão da música. Uma aula de vocal com os dois dos maiores vocalistas da atualidade. E aquele típica parte cantada por Russell que derrete qualquer coração de pedra e te deixa suspirando de amores pela voz dele.
  • "Scream" volta com o peso que foi deixado na primeira música, porém, dessa vez, cantando por Jeff Scott Soto, com, um refrão dançante, grudento como o Hard Rock gosta. E a grande parte dessa música, apesar de ter um grande vocalista, é o solo de teclado e de Joel Hoekstra e Derek Sherinian que faz com que a música não acabe se tornando cansativa.
  • "Never Say Never" é mais uma música cantada por Russell Allen. Não sei se, pelo fato de ser uma pessoa que não é tão fã de Hard Rock, o CD começa a se tornar cansativo. Não sei se é porque a mesma fórmula do Hard é repetida diversas vezes por vários modos, mas é uma música somente boa. Nem Allen consegue que a música tenha um "que" a mais...
  • "Changes" mais uma balada a la WHITESNAKE com vocais de Russell Allen. Deu um novo fôlego pro álbum que já estava se tornando um pouco cansativo, apesar de ter somente nomes de peso na banda. Uma grande balada com vocais impecáveis de Allen e um solo incrível, cheio de feeling de Joel sendo a cereja do bolo nessa música.
  • "The Only Way To Go" começando com Jeff Scott Soto botando pra foder com belos drives de sua voz única num estilo meio influenciado pela música oriental. Um dos destaques, com certeza do álbum.
  • "Dying To Live", começa com uma atmosfera um tanto enigmática e um clima bem moderno lembrando um pouco músicas do BLACK SABBATH com Russell Allen dando, mais uma vez, aulas de versatilidade e, apesar de ter mais de 40 anos nas costas, canta melhor do que muito rapaz de 20 anos. Uma música totalmente diferente de todas as anteriores, merece destaque ao álbum e é uma das melhores, com certeza.
  • "Start Again" é uma música bem pop, numa super pegada no violão de Joel Hoekstra e Jeff Scott Soto cantando absurdos. Seria uma música que tocaria nas rádios sem problemas e faria sucesso dentre o público mais jovem.
  • "What We Believe", com uma pegada totalmente gospel  norte-americano com direito a dueto de Jeff Scott Soto com Chloe Lowery, que possui uma belíssima voz. Grande destaque pra mim, do álbum. Linda música, faz qualquer um chorar.
  • "Never Want", primeira das bônus do álbum de Joel Hoekstra com uma pegada bem blues com o rock, cantada por Jeff Scott Soto. Esse cara pode cantar a pior das músicas e ela vai ficar excelente, no mínimo. 
  • "Kill Or Be Killed" com um começo bem pesado e mostrando, como se ele precisasse, toda a potência de Russell Allen nos drives e depois se torna uma música intensa, até sexy, ótima para dançar no pole dance (risos). Essa música é uma daquelas que você pensa: 'Como pode ser um bônus e não estar no álbum?'. Simplesmente sensacional. Cada detalhe dela é impecável.
Resumindo o álbum: um prato cheio para os fãs de Hard Rock e, para aqueles que não o são, como eu, se você se acostuma, você percebe o quão talentoso são todos os músicos envolvidos. E, além de tudo, dois dos maiores vocalistas da atualidade se revezando durante 13 faixas e um fazendo backing vocal para o outro não é de se jogar fora, não é? Então faça como farei: ajude as bandas e COMPRE o álbum, mesmo que você tenha que importá-lo da Itália. Vale a pena. Nota : 10 para esse álbum!

Segue minha música favorita: "What We Believe":


Tour do Symphony X


A tour do norte americana do Symphony X começou mês passado com a banda Overkill e esse mês se encerra.

Fonte: Andy Xiong Photography Facebook


Já foram postados diversos vídeos de diversas qualidades de som e imagem da banda de New Jersey tocando grande parte de seu novo álbum, "Underworld". Segue abaixo a lista de músicas que eles tocaram segundo o site Setlist.fm se baseando na data do dia 05 de Outubro de 2015 na cidade de San Francisco, Califórnia.

Symphony X Setlist The Grand Ballroom at the Regency Center, San Francisco, CA, USA 2015, Underworld

Abaixo, um vídeo de cada música do Setlist:











Álbum de Joel Hoekstra disponível para streaming


Para aqueles que não sabem, o álbum solo do guitarrista do Whitesnake, Joel Hoeskstra chamado Joel Hoekstra's 13: Dying To Live está disponível para ser escutado na íntegra. 





Esse álbum tem diversos músicos consagrados participando como Derek Sherinian (Ex-Dream Theater), Jeff Scott Soto (Ex-Yngwie Malmsteen, Talisman e Trans-Siberian Orchestra) e Russell Allen. Através do canal do YouTube da gravadora italiana Frontiers Records, você pode ouvir o álbum na íntegra e escutar a faixa bônus "Kill or Be Killed" que não consta na versão simples do álbum.

Veja abaixo a playlist o Lyric vídeo de "Anymore" com Russell cantando:


Russell Allen se apresentará no Wacken


Um dos maiores destaques dessa edição do festival alemão "Wacken Open Air", é a apresentação da banda norte-americana Savatage. Além disso, o Trans-Siberian Orchestra também se apresentará no dia, o que faz com que a volta do Savatage para esse show seja viável.

Foto-divulgação do Wacken Open Air 2015

Russell Allen é um dos cantores que está no line-up escalado para cantar no Trans-Siberian Orchestra no Wacken. Se você não foi (os ingressos já estão esgotados) e gostaria de ver essa apresentação, é possível assistir o Wacken Open Air streaming pelo site disponivel clicando aqui.

Jodi Katz (cantora do TSO) e Russell Allen | Fonte: Jodi Katz Instagram
SERVIÇOS:

Dia: 30 de Julho de 2015
Horário: 09:45 pm (Horário de Hamburgo) | 16:45 (Horário de Brasília)
Palco: True Metal Stage

Projeto com Russell Allen + Joel Hoekstra + Derek Sherinian será lançado em Outubro


Joel Hoekstra (guitarrista do Whitesnake, ex-Night Ranger e Trans-Siberian Orchestra) se aliou à Russell Allen, Jeff Scott Soto (Talisman, Trans-Siberian Orchestra) entre outros em um projeto chamado "Joel Hoekstra's 13" [mais infos nesse link aqui] e divulgou novas informações sobre esse trabalho.

Capa do novo trabalho de Joel Hoekstra.

Sob o nome de "Dying To Live", será lançado dia 16 de Outubro via Frontiers Records. Segue a lista das faixas das músicas:

1. Say Goodbye To The Sun
2. Anymore
3. Until I Left You
4. Long For The Days
5. Scream
6. Never Say Never
7. Changes
8. The Only Way To Go
9. Dying To Live
10. Start Again
11. What We Believe
12. Kill or Be Killed (Bonus Track digital download)
E o line-up do projeto é esse:

Joel Hoekstra (Whitesnake) - Guitarrass, Backing Vocals
Jeff Scott Soto (Journey, Yngwie Malmsteen) - Vocais, Backing Vocals
Russell Allen (Adrenaline Mob, Symphony X) - Vocais, Backing Vocals
Vinny Appice (Black Sabbath, Dio) - Bateria
Tony Franklin (The Firm, Blue Murder) - Baixo

Special Guest Musicians:

Derek Sherinian (Dream Theater, Black Country Communion) -Teclado
Chloe Lowery (Trans Siberian Orchestra) - Vocais
Toby Hitchcock (Pride of Lions) - Backing Vocals Adicionais
Charlie Zeleny (Joe Lynn Turner) - Percussão
Dave Eggar (Amy Lee, Coldplay) - Cello

Veja abaixo o vídeo de Joel Hoekstra comentando sobre o projeto clicando aqui.

Joel Hoekstra | Fonte: Melodic Rock
Fonte: Melodic Rock.

Resenha do "Underworld" por Amplify


Quando mais se aproxima da data de lançamento, mais pipocam resenhas para nos deixar com os cabelos em pé de ansiedade para ouvir o melhor disco do ano (sim, sou exagerada!!!)! Dessa vez, o site australiano Amplify, deu seu pitaco sobre como será o álbum. Vejamos a sua resenha, traduzida abaixo:



"‘Underworld’ do Symphony X é o nono álbum de estúdio que é tão aguardado para ser lançado. Eu fui sortudo, pois chegou a minhas mãos uma cópia antes de seu lançamento no mês de julho, deste ano.

Eu sempre fui fã do Symphony X. Em minha opinião, eles combinam todos os elementos que fazem um álbum de Heavy Metal ser grande: estruturas musicais, interessantes e complexas, melodias memoráveis, musicalidade de classe mundial e um dos melhores vocalistas como integrante da banda.

Era um grande fã do álbum ‘Iconoclast’, de 2011, porém, se houver qualquer crítica ao álbum, seria que ele é um pouco ‘unidimensional’ para os padrões do Symphony X. Em meus olhos, é um álbum muito digno, mas talvez, para um álbum de metal, um pouco ‘direto’ demais do que você esperaria de uma banda de Prog Metal que é tão aclamada, como o Symphony X. Aí nos levam até o lançamento de ‘Underworld’ e a banda tem falado abertamente sobe o álbum ser um retorno ao tradicional Symphony X. Mesmo com a promessa de ser um retorno à ‘antiga fórmula’, eu fui ouvir ‘Underworld’ com a mente aberta.

O álbum começa com a faixa intitulada simplesmente ‘Overture’. O papel tradicional de uma faixa de abertura é ambientar o ouvinte do que está por vir. Essa faixa, na verdade, nos faz o Symphony X soar como se ela fosse uma banda que faz mistura a música clássica de trilhas sonoras de filmes com o Heavy Metal. Estamos falando do Symphony X, para que você não tenha dúvidas que estamos tratando de outra banda. É uma peça musical dramática e dá um bom tom ao álbum.

Faixa dois, ‘Nevermore’ começa com um típico riff do Symphony X que tem alguma coisa das faixas clássicas (Tipo ‘Sea Of Lies’?). A guitarra de Michael Romeo tocando de uma maneira superior e o solo é tão insano quanto você esperaria de um talento tão raro quanto o dele. Não passa muito tempo da faixa quando sou atingido pela sensação de que Russell Allen não está aderindo exclusivamente com seu estilo de cantar com mais drives, mais ‘rouco’, como ele tem feito nos últimos tempos. Ao invés disso, temos um leque de diferentes tons diversificados que é ótimo de ouvir e ele realmente contribui para a música. Para não ser ofuscado por Romeo e Allen, o resto da banda parece estar em boa forma. A canção é uma maneira fantástica de lançar adequadamente o álbum e é imediatamente identificar que é o Symphony X – grande material.

Em seguida, é a faixa-título, ‘Underworld’. Pense no som mais recente do Symphony X encontrando o antigo Symphony X – pense na combinação perfeita dos melhores riffs de ‘Iconoclast’ e atrevo-me a dizer que, as linhas vocais mais memoráveis do álbum ‘The Divine Wings Of Tragedy’! A introdução é um belo exemplo do trabalho sólido de Michael Pinnella nos teclados – complementando a música muito bem sem ser desnecessariamente chamativo como às vezes, pode ser o caso deste gênero. Novamente, Russell Allen, mostra sua gama diversificada e leva a música a outro patamar. A coisa começa no minuto 02:36 e em particular é invocado a antiga forma clássica do Symphony X – temos os vocais de Allen, as melodias atmosféricas de teclado de Pinnella e Jason Rullo esmurrando o bumbo duplo antes de mudar de ritmo, para o destaque da música no minuto 3:02. As melodias vocais ao longo das seções mencionadas são sublimes. ‘Underworld’ é uma faixa fantástica e, possivelmente, tão bom quanto qualquer coisa do Symphony X já lançada. Uma escolha digna para uma faixa-título.

Without You’ é de um ritmo médio, uma típica balada. Novamente, temos elementos que brilham que nos remetem a músicas anteriores do Symphony X, o que é bom para os fãs de longa data. 'Without You’ é uma ótima música – definitivamente uma faixa radiofônica, mas uma música agradável e bem trabalhada.

Kiss of Fire’ começa com uma introdução sinfônica mais pesada. Se você gostou de ‘Iconoclast’ você realmente gostará da natureza mais pesada da música. Como de costume, o solo deixa você sem fôlego e há algumas passagens instrumentais interessantes que brincam com o tempo sem perder o groove.

Charon’ é outro tipo de faixa que faz lembrar algumas das melhores faixas do álbum ‘The Odyssey’. Temos um riff com pegada que estrutura a música e segue seu caminho através do labirinto de melodias assombrosas, riffs e seções instrumentais. Da mesma forma que você pode imaginar Caronte, o barqueiro de Hades, ia terminar seu caminho através do Rio Estige.

To Hell and Back’ tem um pouco menos de 10 minutos de duração. É uma música muito coesa para uma canção desse tipo de comprimento e tem muitos dos elementos que você esperaria de uma faixa do Symphony X. Mesmo assim, é um pouco diferente do que você poderia esperar da banda. Tem uma variação de elementos prog tradicionais em determinadas partes ao longo dos versos. Os toques de teclado de Pinnella é uma característica bem forte e os trabalhos de baixo de Michael LePond marcam ao longo dos versos. As outras partes dessa música é uma das muitas razões para você apertar o botão ‘repeat’ e que mostra que é uma música definitivamente interessante no contexto da carreira musical do Symphony X.

In My Darkest Hour’ começa com um grande riff. Michael Romeo deve escrever esse tipo de riffs enquanto dorme! Sobre a faixa em si é concisa com um refrão cativante, de solo memorável e de muito bom gosto.

Run With the Devil’ começa com um riff completamente uníssono. Esse tipo de riff soa como algo novo e fresco para o Symphony X. Essa faixa tem um pouco de Funk Music ou algo tipo o Liquid Tension Experiment. Os vocais de Russell Allen ainda têm um pouco da pegada Blues. Definitivamente, outro tipo diferente de música do Symphony X, mas ao mesmo tempo, com muitas características que marcam a banda.

Swan Song’ tem a tradicional vibe do Symphony X. Os teclados são algo que nos lembram de faixas como ‘The Acollade II’ e os vocais são fantásticos. Essa faixa é desafiadora e vai satisfazer os fãs da velha guarda do Symphony X e é definitivamente, uma das faixas mais memoráveis da banda. Exatamente o que você espera das linhas de baixo de uma música do Symphony X.

Atrevo-me a dizer, mas algumas partes da introdução e do resto de ‘Legend’ me lembra um pouco o  álbum ‘When Dream and Day Unite’ do Dream Theater. É o arranjo, o som dos teclados, pitadas a la Rush ou outro Prog Clássico? Não tenho certeza, mas definitivamente, há algo que me faz sentir isso. Em geral, é uma típica faixa do Symphony X. Os vocais de Allen e as guitarras de Michael Romeo são os destaques, como de costume, mas a musicalidade da banda exposta em toda essa faixa. Uma ótima maneira de fechar um álbum fantástico.

Symphony X é uma banda que nos entrega sempre ótimas coisas a cada saída do estúdio. Até por seus padrões elevados, os maestros do metal progressivo norte-americano tem se superado com esse álbum. ‘Underworld’ é uma mistura perfeita de faixas que tanto honram o seu passado quanto celebram o presente. Enquanto a maioria do material é algo bem típico feito pelo Symphony X, há várias faixas que tem um novo sabor inegável sobre eles. Geralmente, quando as bandas tentam fazer coisas novas ou trazer novos elementos para o jogo, já que é grande pedidos dos fãs, mas neste caso os novos sabores trazidos são tão suscetíveis que devem ser recebidos de braços abertos para os fãs do Symphony X.
Resumindo, ‘Underworld’ é um álbum de Prog Metal fantástico.

Nota: 8/10
Destaques: Nevermore’, ‘Underworld’, ‘Charon’ ‘Swan Song’ e ‘Legend’.”

Esse mês será lançado o álbum, hein? Não esqueçam!

Segue a nota em inglês:

"Symphony X – Underworld (Album Review
Written by Chris Reid
Read: 291 time(s)
Underworld is Symphony X’s highly anticipated ninth studio album. I’ve been lucky enough to get my hands on a copy ahead of its release this July.

I’ve always been a big fan of Symphony X. In my opinion they combine all of the elements that make for some great heavy metal – interesting and complex song structures, memorable melodies, world class musicianship and some of the best vocalists around.
I was a big fan of 2011’s Iconoclast, however if there was any criticism of that album, it would be that it was perhaps a little one dimensional by Symphony X’s lofty standards. In my eyes is still a very worthy album, but maybe it’s a bit more of a straight up metal album than you’d expect from a progressive band that is as highly regarded as Symphony X. In the lead up to the release of Underworld, the band have spoken candidly about the album being a return to the more traditional Symphony X sound. Even with the promise of being a ‘return to form’ of sorts, I went in to listening to Underworld with an open mind.
The album kicks off with the track simply titled Overture. The traditional role of an overture is to set the tone and foreshadow some of what is to come. This piece does this in true Symphony X style by blurring the lines of sounding like a movie soundtrack with classical music and heavy metal. We’re talking Symphony X here though, so you wouldn’t have it any other way. It’s a dramatic piece of music and sets the tone of the album nicely.
Track two, Nevermore starts off with a typically Symphony X style riff with has some flavours of the classics (Sea Of Lies anyone?). Michael Romeo’s guitar playing throughout is top shelf and the obligatory solo is as insane as you would expect from such a rare talent. It’s not long into the track when I am hit by the refreshing realisation that Russel Allen isn’t sticking exclusively with his gruff vocal style as he has done so in recent times. Instead we get a range of colours from his diverse palette which is great to hear and it really adds to the song. Not to be overshadowed by Romeo and Allen, the rest of the band appear to be in fine form. The song is a fantastic way to kick start the album proper and is immediately identifiable as Symphony X – great stuff.
Next up is the title track, Underworld. Think newer Symphony X meets the Symphony X of old – think the perfect combination of the best riffs from Iconoclast and dare I say it, the most memorable vocal lines from the Divine Wings of Tragedy album! The intro is a fine example of Michael Pinnella’s solid work on keyboards – complimenting the song nicely without being needlessly flashy as can sometimes be the case in this genre. Russel Allen shows his diverse range again and really takes the piece to the next level. The section that kicks off at 2:36 In particular invokes classic era Symphony X – we have Allen’s soaring vocals set toPinnella‘s atmospheric keys and Jason Rullo’s pummelling double kick drumming before shifting down tempo into perhaps the highlight of the song at 3:02. The vocal melodies throughout the aforementioned sections are sublime. Underworld is a fantastic track and arguably as good as anything Symphony X have ever released. A worthy choice as a title track.
Without You is a mid tempo, ballad of sorts. Yet again we have elements that shine through which are reminiscent of earlier releases, which is likely to appeal to long time fans. Without You is good song – its definitely more of a radio friendly track, but still very much an enjoyable and well crafted song.
Kiss Off Fire starts with a heavier/symphonic style intro. If you enjoyed Iconoclast you’ll really like the heavier nature of this track. As usual the solo section leaves you breathless and there are some really cool instrumental passages which toy with time signatures without forfeiting groove.
Charon is another belter of a track and reminds me of some of the better tracks off the album The Odyssey. We have a groovy riff which anchors the song that weaves and winds its way through the labyrinth of haunting melodies, riffs and instrumental sections. In the same way that you might imagine Charon, the ferryman of Hades, would wind his way across the river Styx.
To Hell And Back comes in just short of 10:00 minutes in length. It is very cohesive song for a song of this sort of length and has many of the elements that you’d expect from a Symphony X track. Even still, it’s a little different to what you might expect from the band. I get a bit of an traditional prog vibe in certain sections of this one. Michael Pinnella’s keyboard work is a feature andMichael Lepond’s bass work comes to the fore throughout the verses. The outro section alone is plenty of reason to press repeat on this track which is definitely an interesting song in the context of Symphony X’s back catalogue.
In My Darkest Hour kicks off with a great riff. Michael Romeo must be able write these sort of riffs in his sleep! Over all the track is a concise number with a catchy chorus, memorable solo and has plenty to like about it.
Run With The Devil kicks off with a full band unison riff. Straight from the get go this sounds new and fresh for Symphony X. This track has got a little bit of funkiness about it, think Liquid Tension Experiment sort of stuff. Russel Allen’s vocals even have a bit of a bluesy swag about them. Definitely another different sort of song from Symphony X, but at the same time has plenty of the hallmarks that you expect to hear from them.
Swan Song has a traditional Symphony X vibe to it from the get go. The keyboards are reminiscent of classic tracks such asAccolade II and the vocals are fantastic. This track will defiantly satisfy fans of old school Symphony X and is definitely one of the more memorable from the album. Exactly what you want from a down tempo Symphony X song.
Dare I say it, but the intro and various sections of Legend give me a bit of a When Dream and Day Unite Dream Theater vibe. Is it the arrangement, the keyboard tone, flavours of Rush and other classic prog? Not sure, but there’s definitely something about it that leads me to this comparison. In general the track is pretty identifiable as Symphony X, but as was the case in To Hell And Back and Run With The Devil there is a freshness to this track and there’s definitely a more straight up prog sound about it compared to what you would expect to hear from Symphony X. Allen’s vocals and Michael Romeo’s guitar work are standouts as usual, but the musicianship of the entire band is on show throughout this great track. A fitting way to close out a fantastic album.
Symphony X is a band that seem to deliver the goods every time they enter the studio. Even by their lofty standards, the American progressive metal maestro’s have outdone themselves with this release. Underworld is a perfect blend of tracks which both honour the best of their past and celebrate the present. Whilst the majority of the material is Symphony X as you would expect to hear them write and play, there is a handful of tracks that have an undeniable new flavour about them. Generally when bands try new things or bring new elements to the table they can be met with stubbornness from fans, but in this case the new flavours are likely to be received with open arms by Symphony X fans.
All in all Underworld is a fantastic progressive metal album – 8/10
Highlights: Nevermore, Underworld, Charon, Swan Song and Legend."

Resenha do "Underworld" por Metal Life


Mais uma resenha para fazer nosso coração sofrer até dia 24 de Julho do site norte-americano Metal Life. Eles estão avaliando o nono álbum do Symphony X, "Underworld". Segue abaixo a resenha traduzida:



"Épico, apaixonante e englobando tudo são apenas algumas das muitas descrições que podem ser descritas quando estamos falando sobre 'Underworld', o novo álbum do Symphony X que será lançado em breve e certamente marcará a história da música. A partir dos movimentos orquestrais incríveis até as vocais com tons complexos de Russell e o trabalho feito por LePond, cada música é rica em detalhes. Inspirado pelo Inferno de Dante [leia mais aqui!!!], 'Underworld' é uma coleção complexa de músicas independentes que são ouvidas sem problemas do início ao fim. Enquanto a maioria das músicas são pesadas e afiadas, algumas músicas mais "suaves" foram inseridas, nas quais são ricas em melodias e brilhantemente obscuras. Com músicas que abortam temas como destino, amor, perda e vingança os fãs vão encontrar relativamente com um monte de coisas pra entender.

A banda declarou que eles se esforçaram em pensar em cada detalhe das músicas, e a excelência que mostra nas mesmas é o resultado desse esforço. A avaliação da produção é simplesmente fantástica. Mostre seu amor por esses monstros do Prog Metal comprando o álbum no dia 24 de julho! Você não irá se arrepender.

Uma observação: Setembro marca a volta do Symphony X para os palcos com a banda conterrânea de New Jersey, Overkill e eu, com grande entusiasmo, recomendo vê-los no palco.


Encomende seu álbum aqui."

Não se esqueçam de segurar seus forninhos até dia 24 de Julho e comprem o álbum, seus bandos de fedidos! HAHAHA

Eita, Giovana, quer ajuda pra segurar o forninho do lançamento do 'Underworld"? | Divulgação


Segue a resenha em inglês abaixo:

Metal Life Album Review: SYMPHONY X – Underworld

Epic, enthralling, and all encompassing are just a few of the many descriptions that could be thrown about when discussing Underworld, Symphony X’s upcoming release that is certain to become another piece of music history. From the incredible orchestral movements and complex rhythms to Russel’s soaring vocals and Lepond’s bass work, each song is rich in detail. Inspired by Dante’s Inferno, Underworld is a complex collection of standalone songs that flow seamlessly from start to finish. While most of the music is heavy and hard edged, a few “softer” songs were grafted in that are rich in melody and darkly brilliant. With songs drawing on concepts of destiny, love, loss, and revenge, fans will find themselves relating to quite a lot of material.

The band has stated that they put a great deal of effort into making certain that the entire album was created with every detail in mind, and the excellence of their handiwork certainly shows. The production value is simply fantastic. Show these monsters of Prog metal some love by buying the album come July 24th! You won’t be disappointed.

As a side note, September marks the return of Symphony X to the stage, with fellow Jersey natives Overkill, and I, with great enthusiasm, recommend seeing these cats live.

http://www.symphonyx.com/


Pre Order album here

Resenha de "Underworld por Metal Temple


Acabou de ser lançada a resenha do novo álbum do Symphony X, "Underworld" pelo site Metal Temple. Leia a tradução abaixo e segurem seus forninhos:



"E depois de quatro anos de espera, desde 'Iconoclast' que foi lançado em 2011, é hora de ouvir o novo álbum dos reis do Melodic Progressive Metal dos Estados Unidos e que todos sabem (e amam) que o quinteto, Symphony X, retorna com mais uma obra de arte, 'Underworld'.
O que 'Big Daddy' pode dizer sobre 'Underworld'?
Podemos dizer que a banda não abandonou seu estilo, está aqui, porém mais pesado do que os dois últimos álbuns, mas um pouco mais clean e introspectivo. E o álbum foi escrito como um todo. O que quero dizer é que todas as faixas constituem uma experiência única que você simplesmente não pode escutar uma ou outra faixa isolada. Jason Rullo está perfeito na bateria, apesar de seu problema cardíaco, com excelente técnica e seu companheiro, Mike LePond no baixo (que está tocando de uma maneira pesada com uma ótima técnica, mais uma vez), formando uma das melhores cozinhas rítmicas do Metal, Michael Pinnella continua um mestre dos teclados, sabendo como encaixar em todos os espaços orquestrações inspiradas. Michael Romeo continua arregaçando como um dos melhores guitarristas do Metal, tocando com técnica, feeling e inspiração em todos os momentos, sempre pesado e, ao mesmo tempo, melódico, sendo o que alguns querem ser, mas nunca alcançarão sua técnica. E Russell 'Don Corleone' Allen sempre sendo um dos melhores vocalistas do mundo (Talvez o melhor dos Estados Unidos), cantando às vezes de uma maneira melódica, outras vezes mais rasgado e agressivo e ponto um pouco de seus trabalhos paralelos com o ADRENALINE MOB e TRANS-SIBERIAN ORCHESTRA, mas nunca danificando a personalidade da banda. E todos esses caras juntos criaram uma experiência verdadeiramente maravilhosa em termos musicais, com ótimas passagens instrumentais e refrãos que grudam. Assim, podemos dizer: sim, o SYMPHONY X está de volta e nos conquistou novamente!

A qualidade do som é perfeita. Sim, novamente Michael Romeo fez um trabalho muito bom, conseguindo colocar um som pesado e abrasivo, mas sem deixar o som distorcido ou sujo (está presente apenas o necessário). E, novamente, o ilustrador Warren Flanagan [Os.: Que fizemos um a entrevista com ele, veja aqui!], criou a arte da capa do álbum.
Talvez alguns problemas graves aconteceram com Romeo que ele resolveu criar um álbum conceitual sobre uma viagem ao Inferno, que é o tema que  permeia as letras, que nos lembra a tragédia de Orfeu [Os.: Leia mais sobre aqui] e sobre o Inferno de Dante [sobre Dante, leia aqui]
E como 'Big Daddy' disse acima, 'Underworld' é tão perfeito quanto você pode imaginar, uma verdadeira viagem 'Metálica' com o SYMPHONY X mantendo sua identidade musical intacta, porém dando um passo à frente.
Todas as dez faixas ('Overture' é uma introdução climatizando o ouvinte ao álbum) são maravilhosas, mas além disso, como eu disse acima, você tem que ouvir o álbum inteiro. Você tem que começar com a climática, técnica e pesada 'Nevermore' (com Mike Romeo tocando ótimos riffs, um solo maravilhoso e Russell usando vários tons de sua voz maravilhosa), a abrasiva 'Underworld' (novamente com Michael Romeo criando um dos grandes momentos com seu machado de 06 cordas e ótimos momentos de Russell, porém Michael Pinnella mostra um ótimo trabalho com os teclados como sempre), a introspectiva e linda balada 'Without You' (grande refrão, ótimas guitarras acústicas e elétricas e Michael LePond e Jason tocando selvagemente, com técnica e peso). Em 'Kiss Of Fire', grandes orquestrações e um belo trabalho no baixo dá o chute inicial para começar uma música pesada e grudenta, e outro ótimo refrão é apresentado. Um ritmo pesado e trabalhado é apresentado em 'Charon', outra canção excelente, com vocais sendo usados e abusados de ótimos tons e um toque final perfeitamente executado por baixo e teclados. A longa e elegante faixa 'To Hell and Back', vem, cheia de grandes mudanças de tempo, toneladas de técnicas muito boas e pesadas, um refrão perfeito e grudento, com Michael Romeo e LePond fazendo que a música seja simplesmente esplêndida. O peso está de volta em 'In My Darkest Hour' com tempos compassados e um ótimo trabalho nos teclados e nos vocais. Com um pouco de influências de jazz e rock progressivo nas guitarras e nos teclados, 'Run With the Devil' tem uma visão mais técnica do som praticado por eles. Uma das melhores e emocionais interpretações de Russell é apresentada na maravilhosa 'Swan Song', uma canção repleta de grandes momentos e climatizações clean (onde os teclados criam orquestrações perfeitas) e alguns detalhes musicais executadas perfeitamente no baixo. E 'Legend', que é uma canção com um estilo do SYMPHONY X mais tradicional, mas com algumas orquestrações elegantes e grandes momentos criados pelas guitarras e pelo baixo, mais uma vez (com algumas influências de coisas dos anos 80 nos riffs). Como você pode ler, 'Big Daddy' falou sobre todas as músicas, porque é uma pena abandoná-los assim, sem comentários. Novamente: o álbum é simplesmente perfeito. Isso é tudo. E é verdadeiramente, um vício!
SYMPHONY X fez um dos melhores álbuns do ano, o álbum que 'Big Daddy' aqui realmente recomenda que você compre. Compre em formato digital ou físico, porque downloads ilegais são para parasitas, não “Metaleiros” [Os.: SABE DE NADA, INOCENTE!!!]

Parabéns, rapazes, bem –vindos de volta!

Nota 10: Obra-prima| Fonte: Metal Temple


Faixas:
  1. Overture
  2. Nevermore
  3. Underworld
  4. Without You
  5. Kiss of Fire
  6. Charon
  7. Hell and Back
  8. In My Darkest Hour
  9. Run with the Devil
  10. Swansong
  11. Legend
Formação:
Russell Allen - Vocal
Michael Romeo - Guitarra
Michael Lepond - Baixo
Michael Pinnella - Teclado
Jason Rullo - Bateria



Contatos: Site | Facebook | Twitter"

Não se esqueça, o lançamento será dia 24 de julho!!!!  Segue abaixo a original (em inglês):

Symphony X
Underworld
by Marcos “Big Daddy” Garcia at 24 June 2015, 2:25 PM
And after four years of waiting, since 2011’s “Iconoclast”, it’s time to hear a new album from the Melodic Progressive Metal kings from United States that we all know (and love), the quintet SYMPHONY X, that returns with another perfect masterpiece, “Underworld”.
What can “Big Daddy” here can say about “Underworld”?
We can say that the band didn’t turned away from their style, it’s here, but as heavy as the last two albums, but with a more clean insight of their own music. And the album was done and composed as a whole. What I mean: all tracks forms a whole experience, you can’t just take one or another track. Jason Rullo on drums is perfect, even after his problem with his heart, with excellent technique, and along with his partner Mike Lepond on bass (who is playing heavy with a very good technique once more), forming one of the best rhythmic kitchen of Metal. Michael Pinnella is still a master on his keyboards, knowing how to fill all the spaces with inspired orchestrations. Michael Romeo still rules as one of the best guitarists of Metal, playing with technique, feeling and inspiration in all moments, always heavy and melodic, being what some want to be, but never reach. And Russell “The Godfather” Allen still rules as one of the best vocalists of the world (maybe the best on USA), using sometimes melodic voices sometimes and some harsh and aggressive tunes on other ones, and putting a bit from his parallel works with ADRENALINE MOB and TRANS-SIBERIAN ORCHESTRA, but without damaging the band’s personality. And all these guys getting along create a true wonderful experience in musical terms, with very good instrumental passages and catching choruses. So we can say: yes, SYMPHONY X is back to conquest once more!
The sound quality is perfect. Yes, again Michael Romeo did a fine work, getting a heavy and abrasive sound, but without leaving the sound fuzzy or too dirty (only the needed is present). And again, the illustrator Warren Flanagan created a fine cover for the album.
Maybe some problems on the way were so strong that Michael Romeo created a whole conception of a trip to Hell and to coming back that permeates the lyrics, something that reminds us of Orpheus tragedy, and Dante Alighieri’s “Inferno”.
And as “Big Daddy” said above, “Underworld” is as perfect as you can think, a true voyage in form of Metal music, withSYMPHONY X keeping their musical identity untouched, but giving a step ahead.
All the ten songs (“Overture” is a climatic introduction for the album) are wonderful, but besides I told above for you to hear the entire album, you could start with the climatic, technical and heavy “Nevermore” (with Mike Romeo playing very good riffs, a wonderful solo, and with Russell using multiple tunes of his wonderful voice), the abrasive “Underworld” (again withMichael Romeo creating great moments with his 6 strings axe and great moments of Russell, but Michael Pinnella is showing a very good work on his keyboards as well), the introspective and beautiful ballad “Without You” (great chorus, fine clean and distorted guitars, and Michael Lepond and Jason are playing savagely, with technique and weight). On “Kiss of Fire”, great orchestrations and a fine work on bass guitar give the initial spark for a heavy and catching song, and another great chorus is presented. A heavy and worked tempo is presented on “Charon”, another excellent song, with vocals using and abusing of very good tunes and with that final touch perfectly done by bass guitar and keyboards. The long and elegant “Hell and Back” comes, full of great tempo changes, tons of very heavy and good technical moments, and a perfect and hooking chorus, with both Michael Romeo and Michael Lepond being simply splendid on this song. The massive weight is back on “In My Darkest Hour”, with mid paced tempos and a great work from keyboards and vocals. With some Jazz and Progressive Rock influences on guitars and keyboards, “Run with the Devil” has a more technical (but catching) insight. One of the best and emotional interpretations of Russell is presented on the wonderful “Swan Song”, a song filled with great and climatic clean moments (where keyboards creates perfect orchestrations) some musical details done perfectly on bass guitar. And “Legend” is a song with a more SYMPHONY X traditional style, but with some fine orchestrations and great moments created by the guitars and bass once more (and with some 80s feeling due the riffs). As you can see, “Big Daddy” spoke about all songs, because it’s a pity to left one of them with no comments. Again: this album is simply perfect, that’s all. And it’s truly addiction!
SYMPHONY X did one of the best albums of the year, that album that “Big Daddy” here truly recommends for you to buy.
Buy it on digital or physical format, because illegal downloads are for parasites, not Metallians.
Congratulations, guys, and welcome back!













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